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Entrevista com Mário Sérgio Alves Nuno (Quinta das Bágeiras)
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Registrado: Segunda-Feira, 22 de Janeiro de 2007
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MensagemEnviada: Sex Jan 29, 2010 9:34 pm    Assunto: Entrevista com Mário Sérgio Alves Nuno (Quinta das Bágeiras) Responder com Citação

Mário Sérgio Alves Nuno é um nome sobejamente conhecido no meio enófilo. Dando continuidade a um trabalho de três gerações, desde finais dos anos 80 que este produtor encarna o projecto Quinta das Bágeiras.

Tudo terá começado com o engarrafamento de um tinto reserva da colheita de 1987 que viria a obter o 3º Prémio Nacional no 51º Concurso do IVV - O Melhor Vinho na Produção, imediatamente seguido pela atribuição de uma Menção Honrosa a um vinho branco da colheita de 1989 por parte da Confraria dos Enófilos da Bairrada.

O seu esforço e dedicação em prol do vinho e da região bairradina culminariam com a atribuição do 2º Prémio Nacional no concurso "Jovem Agricultor Português 1989", galardão que repetiria em 1991 desta feita devido aos seus ensaios e a um longo trabalho experimental com espumantes. E, pouco mais de uma década volvida (2004), voltaria a confirmar a qualidade do seu labor, desta feita com o Ministério da Agricultura a distingui-lo com o prémio "Agricultor do Ano em Portugal".

Numa busca incessante pela qualidade, a filosofia deste produtor assenta em dois pilares essenciais: o respeito pelas tradições regionais e uma intervenção minimalista na adega. Daí que a casta Baga funcione como coqueluche da casa, estando na origem de tintos feitos sem desengace, fermentados em lagar, sem recurso a colagens ou filtragens e com estágios em madeira usada. E os espumantes alinham pelo mesmo diapasão: respeita-se a produção de vinhos "Bruto Natural/Zero" (ainda que a legislação permita a adição até 15g de açucar por litro).

A Quinta das Bágeiras parece, pois, remar contra a maré, mantendo-se fiél a um estilo de vinhos mais robustos, nem sempre elegantes e, por vezes, suavemente rústicos; mas, em todo o caso, munidos de uma forte identidade e plenos de alma. São, seguramente, vinhos com "impressão digital". E, não menos importante, são vinhos que resistem ao tempo, dando sinais de que foram feitos para os grandes apreciadores, a quem se reconhece na paciência uma das principais virtudes.

Contrariando a esmagadora maioria dos produtores que moldam os seus vinhos em função das tendências de mercado, desde cedo que este produtor procurou definir o perfil dos seus vinhos na convicção profunda de que qualidade tipicidade e originalidade poderiam andar de braço dado. Para o conseguir precisou de esperar pacientemente até que a crítica e os consumidores reconhecessem o mérito do seu trabalho.

Hoje retira dividendos dessa postura mas, em qualquer dos casos, Mário Sérgio Alves Nuno personifica uma geração praticamente em extinção. Em boa verdade, ele é uma espécie de "O Último dos Moicanos". Tal como os seus vinhos!

Mais uma razão para que se aproveite esta oportunidade única de conhecer melhor uma grande região, uma grande casta e um grande produtor.

A palavra a Mário Sérgio... já a partir de segunda-feira!
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Paulina Mata
Pedro Gomes
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Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Seg Fev 01, 2010 8:29 am    Assunto: Responder com Citação

Caro Mário Sergio,

Muito obrigado por ter aceite o desafio de nos conceder esta entrevista. Vams começar devagarinho porque temos uma longa caminhada pela frente.

1- No plano da viticultura, que benefícios se podem apontar ao clima na região bairradina?

2- E, ainda a esse nível, que inconvenientes se colocam à obtenção de boas uvas?

3- Os solos argilo-calcáreos são frequentemente apontados como o "paraíso" para a casta Baga. É mesmo assim ou existem outros substratos geológicos que podem originar grandes vinhos com base nessa casta?


Um grande abraço e... até já!

Pedro
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Pedro Gomes
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Abílio Neto



Registrado: Quinta-Feira, 1 de Setembro de 2005
Mensagens: 3677

MensagemEnviada: Seg Fev 01, 2010 1:39 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Mário Sérgio Nuno,

De momento, 2 únicas perguntas:

- Faz sentido a designação "Bairrada Clássico"?

- Porque razão não se arrisca mais na produção de grandes brancos na região, que parece ter condições excepcionais para isso, considerando o sucesso do V/ Garrafeira e dos brancos do Luís / Filipa Pato?

Volto. Obrigado.
_________________
Abraços,

Abílio Neto
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Chapim



Registrado: Sexta-Feira, 22 de Setembro de 2006
Mensagens: 622
Localização: Lisboa/Porto

MensagemEnviada: Ter Fev 02, 2010 6:07 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Mário Sérgio
obrigado pela disponibilidade.
Deixo só umas questões:
1 - Há várias zonas na Bairrada da mesma forma como temos vários Douros e Alentejos? Quais as diferenças e em qual se insere as Bágeiras?

2 - Numa das últimas Revista de Vinhos o Luis Ramos Lopes diz que o Mário Sérgio é o último resistentes dos Bairrada tinto à moda antiga. Concorda? Quem mais se aproxima neste momento desse tipo de Bairrada?

Obrigado e boas provaS!
_________________
Rui Figueiredo

pelo vinho!
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mario sergio



Registrado: Quinta-Feira, 21 de Janeiro de 2010
Mensagens: 19

MensagemEnviada: Qua Fev 03, 2010 12:07 pm    Assunto: Responder com Citação

Pedro Gomes escreveu:
Caro Mário Sergio,

Muito obrigado por ter aceite o desafio de nos conceder esta entrevista. Vams começar devagarinho porque temos uma longa caminhada pela frente.

1- No plano da viticultura, que benefícios se podem apontar ao clima na região bairradina?

Com a sua influência atlântica, poderemos obter uvas que proporcionam vinhos com uma frescura que não se encontram em regiões secas e com temperaturas elevadas.

Citação:
2- E, ainda a esse nível, que inconvenientes se colocam à obtenção de boas uvas?

Os inconvenientes são os tratamentos fitossanitarios (maiores em zonas mais frescas e humidas) e a ocrrencia de chuvas proximo ou durante as vindimas, mas que podem ser revertidas com uma viticultura correcta e um terroir adequado ás castas.

Citação:
3- Os solos argilo-calcáreos são frequentemente apontados como o "paraíso" para a casta Baga. É mesmo assim ou existem outros substratos geológicos que podem originar grandes vinhos com base nessa casta?

Os solos argilo-calcáreos são fundamentais para a casta baga mas também é muito importante uma boa exposição e uma inclinação que permita uma boa drenagem.
Só ser argilo-calcáreo não é suficiente.

Citação:
Um grande abraço e... até já!

Pedro
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mario sergio



Registrado: Quinta-Feira, 21 de Janeiro de 2010
Mensagens: 19

MensagemEnviada: Qua Fev 03, 2010 12:38 pm    Assunto: Responder com Citação

Abílio Neto escreveu:
Caro Mário Sérgio Nuno,

De momento, 2 únicas perguntas:

- Faz sentido a designação "Bairrada Clássico"?

Sempre produzi um bairrada clássico e nunca utilizei essa designação.


Citação:
- Porque razão não se arrisca mais na produção de grandes brancos na região, que parece ter condições excepcionais para isso, considerando o sucesso do V/ Garrafeira e dos brancos do Luís / Filipa Pato?

Talvez porque os agentes económicos da região pensem que é mais facil vender vinhos mais uniformizados e assim mais concorrenciais.
Concordo com a sua opinião sobre as capacidades da região e penso que o futuro da mesma passa por produzir mais vinhos do perfil referido. E também porque o consumidor neste momento, está mais receptivo a vinhos brancos que não têm de ser necessáriamente do ano.



Citação:
Volto. Obrigado.
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mario sergio



Registrado: Quinta-Feira, 21 de Janeiro de 2010
Mensagens: 19

MensagemEnviada: Qua Fev 03, 2010 1:03 pm    Assunto: Responder com Citação

Chapim escreveu:
Caro Mário Sérgio
obrigado pela disponibilidade.
Deixo só umas questões:
1 - Há várias zonas na Bairrada da mesma forma como temos vários Douros e Alentejos? Quais as diferenças e em qual se insere as Bágeiras?

Concordo com a sua análise porque dentro de cada região, e muito particularmente a BAIRRADA cada terroir deve ter uma grande influência no vinho obtido.
O meu caso é o exemplo de diferentes locais para os varios tipos de vinho que produzo, na Fogueira mais para a produção de vinhos brancos para espumante, em Ancas para vinhos tintos e vinhos brancos garrafeira.

Citação:
2 - Numa das últimas Revista de Vinhos o Luis Ramos Lopes diz que o Mário Sérgio é o último resistentes dos Bairrada tinto à moda antiga. Concorda? Quem mais se aproxima neste momento desse tipo de Bairrada?

Penso ser o que melhor representa "os resistentes"porque sempre me mantive fiel ao estilo com que comecei com 23 anos de idade (já la vão 20 anos). Em resposta à sua segunda questão: Sidonio de Sousa

Citação:
Obrigado e boas provaS!
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Rui Lourenço Pereira



Registrado: Terça-Feira, 8 de Janeiro de 2008
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MensagemEnviada: Qua Fev 03, 2010 4:23 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Mário Nuno,

Quando vi a pergunta do Chapim respondi para mim Sídónio de Sousa. Pessoalmente, acho que são as vossas duas empresas que mais personificam o perfil bairradino. Não quero dizer com isto que não haja outros bons produtores na região.

Em termos internacionais qual o perfil de vinhos que prefere? Alguma marca em particular?

O que falta a Bairrada para sair do seu "casulo"?

São os vinhos bairradinos bem aceites no mercado internacional?
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joels.carvalho



Registrado: Segunda-Feira, 18 de Janeiro de 2010
Mensagens: 52
Localização: Sintra

MensagemEnviada: Qua Fev 03, 2010 7:35 pm    Assunto: Responder com Citação

Mário Nuno, é um prazer fazer-lhe as seguintes perguntas:

Arrow Como produtor antigo nessa região, conhece bem os pontos fracos e fortes da casta Baga. O que levará tanto produtor a desistir da casta Baga? Ou ainda, se fosse no seu caso, que motivo lhe levaria a fazer isso?

Arrow Sabemos que a casta Baga produz vinhos muito taninosos e vegetais, logo necessitam de estagio prolongado em garrafeira. Isso trás grandes prejuizos, visto o vinho estar "parado" na adega ou cave. Como consegue gerir todo esse stock ao longo dos anos? Tem tido mais vantagens ou desvantagens com esse procedimento? Qual a sua opinião sobre aqueles produtores que têm "pressa" em escoar o vinho para o mercado, mesmo quando o mesmo precisa de tempo, para que possa dar uma boa prestação no futuro (?)


Aguardo Wink
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Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Qua Fev 03, 2010 7:50 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Mário Sérgio,

Se há coisa de que você não pode ser acusado enquanto produtor é de falta de convicções. E, muito provavelmente, reside aí grande parte da originalidade dos seus vinhos. Mas, em contrapartida, pairam sempre no ar as perguntas óbvias:

1- Porquê o recurso a uvas não desengaçadas?

2- Em que medida os vinhos beneficiam por não serem submetidos a colagens ou filtragens?

3- E que vantagens encontra na madeira avinhada, por contraponto à tão difundida madeira nova?


Um grande abraço e... até já!

Pedro
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Pedro Gomes
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mario sergio



Registrado: Quinta-Feira, 21 de Janeiro de 2010
Mensagens: 19

MensagemEnviada: Qui Fev 04, 2010 1:01 pm    Assunto: Responder com Citação

Rui Lourenço Pereira escreveu:
Caro Mário Nuno,

Quando vi a pergunta do Chapim respondi para mim Sídónio de Sousa. Pessoalmente, acho que são as vossas duas empresas que mais personificam o perfil bairradino. Não quero dizer com isto que não haja outros bons produtores na região.

Em termos internacionais qual o perfil de vinhos que prefere? Alguma marca em particular?

Em todas as regiões do mundo há grandes vinhos.
Gosta muito da região de Champanhe pela forma como fazem imagem e tambem porque gosto muito de um grande Champanhe.
Tenho um apreço muito especial pela região da Borgonha por manter as suas castas e reconhecer no terroir uma importancia muito grande. Os brancos desta região a mim fascinam-me.

Citação:
O que falta a Bairrada para sair do seu "casulo"?

Falta maior dinamismo de todas as entidades da região. E passar a mensagem (verdadeira) de que os vinhos da nossa região são fundamentalmente gastronómicos, pois só aí revelam todo o seu explendor.


Citação:
São os vinhos bairradinos bem aceites no mercado internacional?

Se mantivermos a nossa identidade e soubermos passar a mensagem poderemos ter a visivilidade e a aceitação em qualquer parte do mundo.
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mario sergio



Registrado: Quinta-Feira, 21 de Janeiro de 2010
Mensagens: 19

MensagemEnviada: Qui Fev 04, 2010 1:45 pm    Assunto: Responder com Citação

joels.carvalho escreveu:
Mário Nuno, é um prazer fazer-lhe as seguintes perguntas:

Arrow Como produtor antigo nessa região, conhece bem os pontos fracos e fortes da casta Baga. O que levará tanto produtor a desistir da casta Baga? Ou ainda, se fosse no seu caso, que motivo lhe levaria a fazer isso?

Arrow Sabemos que a casta Baga produz vinhos muito taninosos e vegetais, logo necessitam de estagio prolongado em garrafeira. Isso trás grandes prejuizos, visto o vinho estar "parado" na adega ou cave. Como consegue gerir todo esse stock ao longo dos anos? Tem tido mais vantagens ou desvantagens com esse procedimento? Qual a sua opinião sobre aqueles produtores que têm "pressa" em escoar o vinho para o mercado, mesmo quando o mesmo precisa de tempo, para que possa dar uma boa prestação no futuro (?)


Aguardo Wink


Por problemas no computador não sei se recebeu as minhas respostas agradecia confirmação.
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mario sergio



Registrado: Quinta-Feira, 21 de Janeiro de 2010
Mensagens: 19

MensagemEnviada: Qui Fev 04, 2010 1:52 pm    Assunto: Responder com Citação

Pedro Gomes escreveu:
Caro Mário Sérgio,

Se há coisa de que você não pode ser acusado enquanto produtor é de falta de convicções. E, muito provavelmente, reside aí grande parte da originalidade dos seus vinhos. Mas, em contrapartida, pairam sempre no ar as perguntas óbvias:

1- Porquê o recurso a uvas não desengaçadas?
Desde o inicio defeni com o meu enologo um perfil de vinho que passava pelo não desengace. Porque segundo o nosso coceito, se as uvas estiverem no ponto certo de maturação, não necessitam de ser desngaçadas.

Citação:
2- Em que medida os vinhos beneficiam por não serem submetidos a colagens ou filtragens?

Porque assim preservamos todos os seus componentes naturais.

Citação:
3- E que vantagens encontra na madeira avinhada, por contraponto à tão difundida madeira nova?

Porque assim preservamos toda a autenticidade das castas.

Citação:
Um grande abraço e... até já!

Pedro
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fredio



Registrado: Quinta-Feira, 7 de Setembro de 2006
Mensagens: 75
Localização: Aveiro

MensagemEnviada: Qui Fev 04, 2010 2:09 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Mário Sérgio,

se tivesse de escolher apenas um vinho de todos os que já produziu, qual seria o seu preferido ? e porquê ?

Obrigado
_________________
Frederico Santos
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mario sergio



Registrado: Quinta-Feira, 21 de Janeiro de 2010
Mensagens: 19

MensagemEnviada: Qui Fev 04, 2010 2:20 pm    Assunto: Responder com Citação

fredio escreveu:
Caro Mário Sérgio,

se tivesse de escolher apenas um vinho de todos os que já produziu, qual seria o seu preferido ? e porquê ?


É sempre dificil escolher um só. No entanto, escolheria o garrafeira 2001 tinto. Para não cair em muitos adjectivos diria tão só que é uma força da natureza.

Citação:
Obrigado
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