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Entrevista com Peter Symington/Symington Family Estates
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PortoVintage



Registrado: Quinta-Feira, 24 de Fevereiro de 2005
Mensagens: 667
Localização: Porto

MensagemEnviada: Qua Nov 25, 2009 3:45 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington,

- Faria sentido reproduzir (ou pelo menos, tentar reproduzir, se é que ainda não foi tentado) o estilo de Vinho do Porto seco, característico dos primórdios?

- Quanto aos Porto Colheita, crê que um Vintage (de ano de declaração clássica) tem sempre mais atributos que um Colheita do mesmo ano? De entre vinhos da mesma casa e do mesmo ano, tem presente algum Colheita que considere ser superior ao Vintage?

- Concorda com a ideia que o Vintage será, eventualmente, para o enólogo, o Porto mais fácil de fazer, devido à excelência da matéria-prima?

- Na elaboração dos Tawnies datados, qual o real papel (e, já agora, peso nas tomadas de decisão) dos Enólogos e dos Masters Blenders? Que tarefas são partilhadas por ambos e quais são exclusivas de apenas uma das partes?

Obrigado,
_________________
Luís Brás
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Qua Nov 25, 2009 4:50 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Pedro Gomes,

1. As coisas mais significativas foram:
- o crescimento do mercado Francês a partir do princípio dos anos 60. Este mercado cresceu ao longo de 40 anos e hoje representa mais de um terço do mercado do Vinho do Porto.

A partir dos anos 80 um importante mercado de vinho de alta qualidade desenvolveu-se nos Estados Unidos.

2. Muitos Portugueses reconhecem o prestígio do vinho do Porto, mas infelizmente não consomem em grande quantidade.

O mercado nacional vai sendo cada vez mais gratificante que por influência dos media estrangeiros estão a consumir bom vinho do Porto como o Vintage.

A imprensa local especializada também tem ajudado a sua divulgação.

Temos como sector, de fazer mais para divulgar a qualidade através de iniciativas como provas de vinhos. Educar as pessoas para conhecer os diferentes estilos de vinhos e quando os consumir. Temos uma gama extensa e muito diversificada ao preço de todas as bolsas e para muitas ocasiões.

3. Agora que temos boas comunicações na bela região do Douro, o turismo é claramente uma aposta importante e uma mais valia a explorar. Já se vê ultimamente muito mais turismo, mas estamos ainda no início.

Além dos vinhos e da paisagem, é importante lembrar que o turista que está interessado numa estadia mais longa, necessita de outras actividades, como por exemplo o Golf (pode ser explorado nas zonas de planaltos), hipismo, circuitos de passeio a pé bem indicados etc.

É importante também tentar criar um turismo de investidores em propriedade própria para estadias de lazer.

Aqui o mais importante é construir ou recuperar sem nunca estragar a paisagem. Este tipo de turismo pode trazer um investimento para as aldeias do DOuro e todos os seus comerciantes.

A Toscânia é um bom exemplo de como se pode conjugar o turismo e charme e ao mesmo tempo.

Uma coisa complementa a outra sem nunca estragar a beleza local.
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Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Qua Nov 25, 2009 9:06 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington,


Na sua obra "Port", e a propósito do sistema de pontuação que serve de base para a determinação do "benefício", Henrik Oldenburg afirma: "The system itself is so subtle that you feel that half a dove's feather on this golden weight of justice could completely change the outcome of the harvest. Some regards the calculation as a kind of work of wizards, others believe that it is a residue of Casa do Douro disappearing autocracy from the Douro Valley..."


1- Que comentário lhe merece tal afirmação?

2- Tomando como objectivo primordial a qualidade do vinho do Porto, considera o sistema de pontuações actualmente em vigor (parâmetros envolvidos e respectivo peso relativo) bem adaptado à realidade duriense? Se dependesse de si, que alterações introduziria?

3- É frequente ouvir dizer que o Vintage é essencialmente uma obra da Natureza, e que a intervenção humana é muito limitada. Seguindo esse princípio, e pressupondo a acesso a boas massas vínicas, todos estariam em condições de fazer grandes Porto Vintage. Acontece que, salvo raras excepções, a experiência demonstra que são as casas com tradições seculares que continuam a surpreender. Pergunto, pois, será assim tão irrelevante o papel das equipas de enologia?

4- Parece ser consensual a ideia de que os grandes Vintage resultam de lotes das melhores uvas, oriundas das melhores quintas. Aliás, é com base nesse pressuposto que os "Single Quinta" são encarados como segundas marcas. Ora, a prática reiterada mostra que as coisas não são bem assim: e tanto um Quinta do Noval como o "seu" Quinta do Vesúvio são exemplos claros do que acabo de dizer. Em que ficamos?


Um grande abraço e... até já!

Pedro
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Pedro Gomes


Editado pela última vez por Pedro Gomes em Qui Nov 26, 2009 4:23 pm, num total de 1 vez
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Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Qua Nov 25, 2009 10:27 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington,

E porque nos aproximamos do terminus...

1- É verdade que ainda continua a ser prática corrente na região o recurso à baga de sabugueiro (a famosa «uva de Tabuaço») para conferir cor aos vinhos?

2- É um enigma para mim: vivemos tempos em que a madeira nova faz enorme furor no segmento dos vinhos tranquilos mas, em contrapartida, é rejeitada para a produção de vinho do Porto. Trata-se de uma incoerência enológica ou, efectivamente, a aguardente dá-se mal com aduelas novas?

3- No início da década, aquando de uma apresentação do Chryseia 2000, tive oportunidade de trocar umas breves palavras com Bruno Prats. Por curiosidade perguntei-lhe que opinião tinha sobre o vinho do Porto: a resposta foi uma coisa do género "É muito bom mas podia ser menos doce e menos alcoólico". Concorda com os actuais 115 litros por pipa ou admite que haja reajustamentos nessa proporção?


Um grande abraço e... até já!

Pedro
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Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Qui Nov 26, 2009 12:28 am    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington,

Avanço para uma última série de perguntas.

1- Em seu entender, quais são as grandes declarações do século XX?

2- Na altura muitos vaticinaram um futuro esplendoroso para os Vintage de 1985. O tempo encarregou-se de mostrar que, afinal, essa colheita não é tão grandiosa como foi prognosticado. Perante isso, e em termos comparativos, gostaria de saber como prevê o futuro/longevidade das últimas delarações generalizadas (1997, 2000, 2003 e 2007)?

3- Bem sei que são vinhos com características diferentes, mas não resisto a perguntar-lhe: se tivesse que optar perante os 2007 o seu coração balançaria para o Quinta do Vesúvio ou para o Graham's?

4- No plano enológico, Charles Symington tornou-se o frontman que vai dar continuidade ao seu trabalho na Symington Family Estates. Poderia partilhar connosco dois ou três ensinamentos que procurou transmitir-lhe de forma a manter a reputação do grupo e dos seus vinhos?

5- Como imagina a Symington Family Estates em 2109?



Um grande abraço e... até já!

Pedro
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Pedro Gomes
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Arnaud



Registrado: Quarta-Feira, 14 de Novembro de 2007
Mensagens: 134
Localização: Parede

MensagemEnviada: Qui Nov 26, 2009 12:59 am    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington,

Dos vinhos tranquilos que provei da Symington (Chryseia, PS, Altano Reserva) fiquei com a ideia que são vinhos mais elegantes e equilibrados do que vinhos potentes e concentrados. Concorda com esta afirmação? Têm um modelo fora de Portugal (por exemplo Bordeaux) para fazer vinhos tranquilos ou tentam exprimir a identidade duriense?

A Symington lançou-se num grande projecto de vinha biológica.
Será mais por razões comerciais ou mais por benefícios desse tipo de viticultura?
Há planos para extender esse tipo de viticultura às quintas mais famosas?
Já usaram uvas biológicas para fazer vinho do Porto? E se for, quais foram os resultados?

E finalmente, será que a Quinta de Roriz terá continuidade como marca ou será integrada no portefólio existente da Symington?

Cumprimentos.

Arnaud
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Spice Girl



Registrado: Quarta-Feira, 4 de Janeiro de 2006
Mensagens: 6059
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Qui Nov 26, 2009 1:09 am    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington

O período para as perguntas está a acabar, e aqui ficam mais umas.

1 - Dada a importância do vinho do Porto e considerando a evolução tecnológica nos últimos anos, seria natual uma ligação entre a produção e a comunidade científica e a existência de projectos de colaboração. Existem? Pensa que esta colaboração é/seria útil?

2 - Como pensa que se posiciona a indústria de vinhos portuguesa, nesta época de grande inovação tecnológica, por comparação com a mesma indústria noutros países?

3- Como vê essa inovação tecnológica (vantagens e inconvenientes)?

4 - Qual é a sua opinião quanto à forma como os vinhos são tratados na restauração?
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Qui Nov 26, 2009 7:43 pm    Assunto: Resposta a Luis Brás Responder com Citação

1. Penso que vinhos tintos secos de alto teor alcoólico não seriam muito agradáveis. Evoluímos muito desde esses tempos

2. O Vintage não é comparável com um Colheita, pois trata-se de um Tawny de data. Como tal, as caracteristicas são totalmente diferentes. É uma questão de preferir Tawny ou Vintage, e conheço pessoas que preferem o Tawny com o seu rico sabor e aromas amendoados e frequentemente com um toque a laranja.

O Tawny ou Colheita velho é muito agradável no Verão servido ligeiramente fresco.

3. É necessário muita experiência para conseguir fazer um lote harmonioso. Também não é fácil fazer um Tawny velho de 10 ou 20 anos com boa estrutura e fruta e ao mesmo tempo manter sempre o estilo da casa ao longo dos anos.

Os bons provadores são artistas e como tal levam anos de dedicação para chegar à perfeição. Como qualquer artista têm dias em que estão mais inspirados do que outros e leva frequentemente muitas tentativas para chegar ao desejado "blend".

Hoje em dia a maioria dos "blenders" são também enólogos. De qualquer maneira, o Blender tem sempre o apoio do laboratório ao longo de todo o ano, pois é necessário acompanhar todos os vinhos.
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Qui Nov 26, 2009 7:57 pm    Assunto: Resposta a Pedro Gomes Responder com Citação

1.Sempre considerei o sistema de pontuação muito bem feito.
O assunto dá demasiada discussão para eu poder falar em pormenor.
A actual sistema de pontução peca por não atribuir ponto positivos e negativos conforme o estado da propriedade. Hoje um lavrador pode investir muito na sua propriedade, melhorando substancialmente a sua qualidade, sem ver melhorada a sua pontuação. Não contempla, por exemplo, a propriedade se estiver mecanisada.

2.O vintage é em primeiro lugar uma obra da Natureza, mas é essencial ter um blender/enólogo com muita experiênciapara fazer um vintage ao mais alto nível.

As casas com tradição têm provadores que aprenderam a arte dos seus antepassados. Trabalhei com provadores que iniciaram as suas carreiras nos anos 20 do século passado.

3. Os Single Quintas muitas vezes vêm de grandes propriedades (Noval/ Vesúvio) que têm vinhas com muitas disposições diferentes, permitindo criar um "blend" de diferentes estilos.

Outras propriedades mais pequenas terão o seu estilo próprio.

Resumindo: As grandes marcas têm obrigação de ser sempre um lote especial feito por um artista, mas o single Quinta pode ser excelente conforme o seu "terroir" e as suas caracteristicas específicas.

Muitas vezes o Single Quinta é uma aposta muito boa a um preço mais em conta.
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Qui Nov 26, 2009 8:02 pm    Assunto: Resposta a Paulina Mata / Pedro Gomes Responder com Citação

1. Não tenho conhecimento da utilização de bago. Temos muitos vinhos com a cor necessária natural para todos os perfis.

2. Sou forte apologista de que o Porto só deve envelhecer em cascos muito bem avinhados de maneira a envelhecerem lentamente por oxidação, só. Toda a expressão da sua qualidade deve estar nas suas complexas caracteristicas naturais.

Os vinhos tranquilos e secos é que combinam por vezes bem com a baunilha da madeira nova.

3. Gosto do Porto com o teor alcoólico com que é actualmente comercializado.
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Qui Nov 26, 2009 8:20 pm    Assunto: Resposta a Pedro Gomes Responder com Citação

1. Grandes vintages do século XX
1900 - 1912 - 1927 - 1945 - 1963 - 1970 - 1980 - 1994.

O 1985 tem vintages muitos bons. É um erro criar a fama a um Vintage quando está muito novo. A evolução pode não ser a que esperavamos.

2. Penso que o 2000 e o 2007 pela sua estruturas excepcionais terão um futuro mais longinquo. Mas isto muitas vezes depende de factores que eu francamente não domino e é sómente o que a experiência me diz.

3. O Graham é a que considero a minha preferência. Espero também poder saborear o Vesúvio e não ficarei mal...

4. O meu filho Charles Symington, trabalhou muito de perto comigo nos últimos 15 anos.

Não vou especificar, mas transmiti todos os meus conhecimentos ao longo das milhares horas de trabalho, onde provei, discuti e laborei vinhos com ele.

Passamos muitas horas também no planeamento e na logística da produção.

O Charles será sem dúvida um sucessor muito mais hábil do que eu, devido à sua formação intelectual muito superior à minha.

Com a sua experiência e todo o seu entusiasmo, fico descansado que os vinhos da Symington só poderão ser cada vez melhores. Bem haja o futuro!

5. Não sou adivinho, espero só que muitos Chineses e Indianos bebam a nossas marcas de vinho.
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Qui Nov 26, 2009 8:32 pm    Assunto: Resposta a Arnaud Responder com Citação

1. Procuramos fazer vinhos que exprimam todas as caracteristicas da região. A elegância é muito importante, mas creio que o tempo decerto dirá que os nossos vinhos terão também um óptimo potencial de envelhecimento.

O nosso modelo é convencional, procurando sempre as melhores práticas.

2.Temos de proteger o ambiente. A produção biológica é cada vez mais importante. Temos muitas experiências biológicas nas nossas propriedades.

Já produzimos vinho do Porto com uvas biológicas e estamos sempre receptivos a experimentar novos métodos.

Estamos muito contentes com os vinhos do Porto já feitos com uvas biológicas.

Se e quando o comércio enveredar por essa via, estaremos prontos para inicial a sua comercialização. Para já sentimos pouco interesse em relação ao Vinho do Porto biológico.

O que é mais importante é proteger o ambiente e portanto produzir cada vez mais biológicamente, mesmo que não seja para exportar com essa bandeira.

3.A Quinta de Roriz terá certamente continuidade como uma das quintas míticia do Douro.
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Qui Nov 26, 2009 8:37 pm    Assunto: Resposta a Paulina Mata / Pedro Gomes Responder com Citação

1. É importante para o progresso dum sector como este, a ligação à comunidade científica. É sem dúvida o que acontece nos outros países vinhateiros.

2. O vinho do Porto tem problemas muito específicos com o produto em si, que têm sido resolvidos exemplarmente ao longo dos anos. Muito progresso existiu.

Penso que podemos estar orgulhosos com os nossos progresso que em muitos dos casos comparam com o que se vê no estrangeiro.

3. Tiramos grande vantagem das novas tecnologias. Considero o Vinho do Porto cada vez melhor.
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Spice Girl



Registrado: Quarta-Feira, 4 de Janeiro de 2006
Mensagens: 6059
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Sáb Nov 28, 2009 2:36 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington

Agradeço-lhe ter aceite o nosso desafio para conceder esta entrevista à Nova Crítica - Vinho & Gastronomia, assim como a disponibilidade para responder às nossas questões.

Foi muito bom tê-lo neste espaço a partilhar connosco os seus conhecimentos e experiência.

Muito obrigada.

Paulina Mata
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Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Dom Nov 29, 2009 6:12 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington,

À semelhança de Paulina Mata, também eu reitero os agradecimentos por ter concedido esta entrevista à Nova Crítica - Vinho & Gastronomia. Foi um prazer enorme tê-lo entre nós. Muito obrigado.

Um grande abraço e... até já!

Pedro
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