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Entrevista com Peter Symington/Symington Family Estates
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Registrado: Segunda-Feira, 22 de Janeiro de 2007
Mensagens: 212
Localização: Portugal

MensagemEnviada: Dom Nov 22, 2009 8:05 pm    Assunto: Entrevista com Peter Symington/Symington Family Estates Responder com Citação

Para quem está minimamente ligado ao universo dos vinhos, fazer a apresentação do nosso entrevistado quase descamba no ridículo, tais são o seu prestígio e reputação... nacionais e internacionais! Mesmo assim, e a pensar nos mais desatentos, aí vai...

Nascido em Bedford, Inglaterra, a 21 de Agosto de 1944, ficaria para os registos com o nome de Peter Ronald Symington. Teve a sua formação base em Sommerset, na Downside School, mas cedo encontrou a sua vocação vitivinícola, tendo vindo a estagiar em Bordéus, na Borgonha e em Jerez de la Frontera (corriam os anos de 1962 e 1963).

Esse período, extremamente rico para a sua formação teórica e prática, acabou por conduzi-lo ao cargo de Adjunto à Direcção de Produção nas empresas do Grupo Symington, funções que desempenhou entre 1964 e 1970.

Findo esse período passa a assumir as funções de Administrador da Área Produtiva/Técnica no mesmo consórcio de empresas. E, nessa qualidade, muito do seu trabalho acabaria por estar ligado à compra de uvas, vinhos e ao desenvolvimento enológico propriamente dito.

A partir de 1994 passa a assumir as funções de Presidente do Conselho de Administração das empresas da família Symington.

Num momento em que abandona a sua vida activa, fica para a História um curriculum impressionante onde relevam quase meio século de colheitas no Douro, 30 anos como membro da Junta Consultiva do Instituto do Vinho do Porto, 6 nomeações para "Fortified Winemaker of the Year", pelo International Wine Magazine Challenge e a atribuição, em 2008, do Prémio "O Senhor do Vinho", pela Revista de Vinhos.

É um privilégio tremendo acolher neste fórum tão ilustre personalidade.

Solicitamos que coloquem poucas perguntas de cada vez para que a entrevista não fique "refém" de uma ou duas sequências de post's. Se as coisas correrem a bom ritmo podemos sempre reincidir na nossa curiosidade.

É já a partir de amanhã e, excepcionalmente, apenas durante os dois dias seguintes, que poderão satisfazer a vossa curiosidade. Não percam...!

Senhoras e senhores, ou melhor dizendo, todos nós indefectíveis do vinho, a palavra a Peter Ronald Symington.
_________________
Nova Crítica-Vinho & Gastronomia
Paulina Mata
Pedro Gomes
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Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Seg Nov 23, 2009 1:08 am    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington,

Começo por agradecer-lhe, em meu nome pessoal e em nome da Nova Crítica - Vinho & Gastronomia, a oportunidade única de partilhar connosco toda a sua vasta experiência e vivência no mundo do vinho, concretamente com o Douro e o Vinho do Porto.

Mais do que isso: para um país em que as homenagens são póstumas e em que todos são elogiados e vangloriados quando "nos deixam", gostava que encarasse esta entrevista como uma singela homenagem (a possível em tempo presente) para alguém que, todos o sabemos, ficará irremediavelmente ligado à história do Douro e do Vinho do Porto.

Não imagina o prazer desmesurado que é saber que certo dia me respondeu a um punhado de perguntas. Muito obrigado...

E para começar nada como...


1- Em 1703 o Conde da Ericeira assinava o Tratado de Methuen e reforçava uma antiga aliança com a Coroa Britânica: acha que nasce aí a chave para o sucesso do Vinho do Porto? Ou será que é só com a delimitação e regulamentação imposta pelo Marquês de Pombal que são criadas as bases para cimentar uma região com protagonismo à escala global?

2- Especula-se muito relativamente à forma como terá surgido o vinho do Porto, bem como sobre as razões que terão estado na origem do recurso à fortificação. Em definitivo, e se é que tal é possivel, como nasceu este vinho?

3- Leva quase meio século de Douro e de Vinho do Porto: numa análise sucinta, o que mudou de então para cá?


Um grande abraço e... até já!

Pedro
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Seg Nov 23, 2009 1:16 pm    Assunto: Tratado de Methuen Responder com Citação

Claro que o Tratado de Methuen dá uma vantagem enorme ao lançamento do vinho do DOuro e seu conhecimento em terras Britânicas
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Seg Nov 23, 2009 1:30 pm    Assunto: Pergunta 2 - Como nasceu o Vinho do Porto Responder com Citação

Muitos destes vinhos, devido às condições quentes em que eram vinificados não aguentavam bem a viagem, e portanto adicionava-se-lhes aguardente para estabilizar melhor bacteriológicamente o vinho.

Inicialmente, portante era um vinho seco fortificado.

Com o passar do tempo provávelmente para amaciar o vinho e ainda melhor estabilizar, começou-se a adicionar a aguardente em plena fermentação para que esta fosse conduzida a uma temperatura mais baixa, equilibrando melhor os vinhos.

Assim, ao longo do tempo passou a ser o vinho do Porto que conhecemos hoje.
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Seg Nov 23, 2009 1:47 pm    Assunto: Pergunta 3 - Meio século de Vinho do Porto Responder com Citação

Nos último cinquenta anos fomos do primitivo para o moderno.
Durante cerca de meio século pouco tinha mudado.
Sucintamente as principais mudanças foras as seguintes:

a) Devido à emigração de mão de obra para o norte da Europa nos princípios dos anos 60, grande parte dos lavradores deixaram de fazer o vinho nas suas propriedades e passaram a entregar as uvas em adegas de comerciantes ou cooperativas. Nasce assim a vinificação mecanizada.

b)A mecanização das propriedades
Nos anos 70 dá-se início à grande conversão da vinha com o propósito de a mecanizar devido à falta de mão de obra.
As novas plantações são na sua generalidade de uma só casta em cada vinha permitindo hoje fazer os vinhos por castas separadas (antigamente as plantações eram misturads nas vinhas).

c) Nos anos 80 acabam as exportações a granel para dar início à exportação exclusiva em garrafa.
Nascem assim modernas instalações de engarrafamento. Nos anos 60 as pequenas exportações em garrafa eram todas cheias e rotuladas manualmente como no século XIX.

d) Em 1986 é publicada a lei permitindo a exportação a partir da Região Demarcada do Douro. Até essa data só era possível exportar vinho do Porto a partir do Entreposto de Gaia.
Esta iniciativa veio aumentar significativamente o número de agentes económicos e também implementar os vinhos DOC Douro como importante mais valia para a região.

Finalmente, muito se poderia dizer, mas é importante afirmar que hoje somos uma região com processos modernos, da qual nos podemos orgulhar em qualquer parte do mundo.

Nos últimos dez anos até robotizamos a velha pisa das uvas a a pé.
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joaorico



Registrado: Sexta-Feira, 30 de Dezembro de 2005
Mensagens: 784
Localização: Peniche

MensagemEnviada: Seg Nov 23, 2009 2:16 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter,

Em primeiro lugar os meus parabéns pela excelente prova que deu no EVS, em Lisboa. Foi uma prova com excelentes Vintages.

Eu tinha uma pergunta, que lhe queria ter feito lá na prova, mas que acabei por não fazer. Assim, faço-a aqui:

Uma das minha grandes curiosidades era a de provar o Dow's 63. Isto porque já por 2 vezes o tinha provado e achei um dos melhores vinhos que já tinha provado na vida. A questão que me assolava era o facto de o vinho ter uma côr ruby muito carregada e que denotava uma evolução muito lenta. Na prova vi um Dow's 63 excelente, mas mais evoluido, com uma côr mais tawny, em vez de ruby, como tinha constatado nas versões que bebi anteriormente. A unica diferença entre os que bebi e o que estava à prova, era mesmo o facto das outras serem engarrafamentos ingleses.

Ora a minha questão, prende-se com o facto de eu, ter tido sempre a experiência de que os engarrafamentos ingleses mostravam vinhos menos evoluidos e em alguns casos bem mais interessantes do que os engarrafamentos nacionais. Há alguma verdade nesta afirmação? Existem diferenças entre os mesmos vinhos, engarrafados cá e em inglaterra?


Cumprimentos,
_________________
João Rico

http://pumadas.blogspot.com
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Seg Nov 23, 2009 4:09 pm    Assunto: Dow's 1963 Responder com Citação

Caro João Rico,

O vinho na prova estava com excelente cor e qualidade para a sua idade e para mim estava na cor dos últimos que provei tanto de engarrafamento nacional ou Inglesa. Foi um belo exemplar.

O engarrafamento Inglês depende muito de qual o cliente engarrafador, e quando este faz o engarrafamento (princípio ou fim do Inverno) e é por isso que agora todo o vintage é engarrafado na mesma altura (i.e. no mesmo mês). Antes do terceiro Inverno.

O clima frio na Inglaterra pode originar num envelhecimento mais lento e portanto algumas vezes o vinho pode apresentar-se mais ruby.

O que é muito importante dizer é que este vinho que apresentei esteve durante toda a sua vida no mesmo local. Este facto normalmente é muito benéfico para o vinho. Nota-se especialmente em Vintages muito velhos (+ 40 anos) uma melhoria substancial em relação a vintages que estiveram em muitos locais diferentes ao longo da sua vida.

É uma questão de menos oxidação e diferenças de temperaturas de armazenamento.

O engarrafamento local garante mais genuinidade e consistência.
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goncas



Registrado: Quinta-Feira, 16 de Junho de 2005
Mensagens: 303
Localização: Carcavelos

MensagemEnviada: Seg Nov 23, 2009 7:07 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington,
O meu agradecimento pela belíssima prova especial do último EVS e pelos ensinamos com que brindou.

O Grupo Symington apresenta um portfolio diversificado de marcas e estilos. Qual o racional por detrás deste portfolio? Por exemplo, na gama vintage, o que distingue um Dow’s de um Graham de um Q. Vesúvio ou de um Warre ou de um Smith Woodhouse?

O consumo do “Porto” continua a ser muito reservado para “ocasiões especiais” e momentos solenes. É certo que o sucesso comercial e diversificação do consumo são essenciais para qualquer Produtor. Independentemente da responsabilidade das Associações, Organizações, Entidades oficiais, etc, como um produtor pode contribuir para uma maior generalização do consumo do vinho do porto?

Champagne, como a Região demarcada do Douro, também é um “local único” para produzir um determinado tipo de vinho. Houve produtores de Champagne que investiram na produção de vinho espumante, por exemplo, na Califórnia e no Brasil. Muitas vezes queixamo-nos das “cópias” de vinho do porto da África do Sul, Austrália, Califórnia, etc. Uma pergunta “nonsense”: Faz sentido um produtor do vinho do porto produzir um licoroso/fortificado noutro país?

Saudações enófilas,
_________________
Saudações enófilas,

Nuno Gonçalves
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Chapim



Registrado: Sexta-Feira, 22 de Setembro de 2006
Mensagens: 622
Localização: Lisboa/Porto

MensagemEnviada: Seg Nov 23, 2009 7:53 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington,
antes de mais muito obrigado pela sua disponibilidade para responder às nossas perguntas e obrigado pela magnífica aula que foi a prova especial do Encontro do Vinho e Sabores.

3 perguntas simples:

1 - Após o Chryseia, e agora o Quinta do Vesúvio a aparecer no mercado dos vinhos tintos do Douro gostaria de perguntar se tem em vista o lançamento de algum branco de topo? Tem o Douro potencial para elaborar grandes brancos da mesma forma que tem para tintos e Portos?

2 - Se tivesse de escolher um só Vintage de 1980 qual seria a escolha? Dow`s, Graham`s ou Warre`s?

3 - Qual a justificação da "dedada" branca nos Vintages da Symington?

Obrigado mais uma vez pelos ensinamentos
Boas provas!
_________________
Rui Figueiredo

pelo vinho!
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Abílio Neto



Registrado: Quinta-Feira, 1 de Setembro de 2005
Mensagens: 3677

MensagemEnviada: Seg Nov 23, 2009 8:32 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Caro Peter Symington,

Obrigo-me a agradecer os bons momentos que têm sido os de abrir as garrafas de Vinho produzidos pela sua família.

As minhas 3 perguntas:

- Está contente com o V/ catalogo Tawny?

- Os bebedores de Vintages novos andam como loucos a comprar os últimos Dow's (03 e 07) como se fossem vinhos prontos a beber, concorda com ideia deles?

- O ano em que ascende a Presidente do Conselho de Administraçao, 94, afinal, deu ou nao Grandes vinhos?

Obrigado.
_________________
Abraços,

Abílio Neto
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Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Ter Nov 24, 2009 1:04 am    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington,

Estamos a bom ritmo. Partamos, então, para mais uma investida:

1- Desde os velhinhos "geios" até às vinhas ao alto, passando pelos terraços pós-filoxera e pelos patamares, muito mudou na paisagem duriense. Mas, não fossem os progressos enológicos das últimas décadas, não teriam essas alterações prejudicado a qualidade média dos vinhos do Porto?

2- No seguimento da pergunta anterior, sente que existe algum tipo de preparação do solo ideal para a elaboração de grandes Vintage?

3- Tendencialmente, os grandes vinhos tranquilos nascem em vinhas velhas. É também assim com o vinho do Porto?


Um grande abraço e... até já!

Pedro
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Pedro Gomes
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Spice Girl



Registrado: Quarta-Feira, 4 de Janeiro de 2006
Mensagens: 6059
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Ter Nov 24, 2009 11:10 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Peter Symington

Quero começar por lhe dar as boas vindas a este espaço e agradecer a sua disponibilidade para satisfazer a nossa curiosidade.

1) Ao longo de quase meio século ligado ao vinho do Porto, teve certamente oportunidade de se aperceber também da evolução das características do consumidor. Como a caracteriza?

2) Achas que os portugueses conhecem e dão valor ao vinho do Porto como se justificaria para uma das "nossas bandeiras" no mundo?
É gratificante trabalhar hoje para o consumidor português?

3) A um país/região produtor de vinhos está geralmente associado uma componente turística que, tendo em conta o interesse que o vinho actualmente desperta um pouco por todo o mundo, pode ter uma grande expressão económica. Este aspecto de “valor acrescentado” da produção de vinhos, tanto quanto me apercebo, não tem sido suficientemente explorado em Portugal. Qual a sua opinião sobre este assunto e sobre as suas potencialidades, sobretudo se associado ao vinho do Porto?
_________________
"Inquisitiveness was a key feature." Heston Blumenthal
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Qua Nov 25, 2009 1:07 pm    Assunto: Resposta a Nuno Gonçalves Responder com Citação

1)As marcas Vintage Warre's, Dow's e Graham são marcas de longa tradição, cada qual feita à base das mesmas quintas ao longo do tempo.
Isto dá uma característica específica a cada vinho.

O Dow's é um vinho mais seco, austero, sólido com enorme potencial de envelhecimento.

O Graham é muito mais floral, elegante com rico sabor a fruta silvestre, enquanto que o Warre é opaco com sabores a ameixa e frutos secos.

O Vesúvio provém de uma quinta mítica e devido à sua extensa vinha com tantas exposições diferentes, consegue fazer um vinho extremamente complexo e muito equilibrado.

A baixa produção das vinhas confere uma estrutura invulgar a este vinho.

2)É necessário fazer entender ao grande público que o vinho do Porto tem um lugar na vida moderna como producto a consumir depois do jantar, enquanto se relaxa a ver televisão, ou mesmo como complemento no meio de uma conversa familiar.

Os sabores complexos deste vinho podem dar grande prazer à vida nos raros momento de descontração.

3)Já existe muito vinho fortificado feito nos países indicados. O nosso Vinho do Porto é de longe o melhor, continuamos a apoiar o "terroir" do Douro.
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Qua Nov 25, 2009 1:51 pm    Assunto: Resposta Rui Figueiredo Responder com Citação

O Douro é uma região de vinhos tintos por excelência, devido ao seu terroir e microclimas.

As suas castas Touriga Nacional e Touriga Franca e não só, são de grande qualidade e resultam em vinhos de enorme complexidade.

A nossa aposta continua claramente nos tintos Chryseia, Vesúvio, Roriz e Altano.

Quanto a brancos, penso que há possibilidade de fazer vinhos brancos interessantes em certas zonas mais altas, mas o futuro estará claramente nos tintos, onde a qualidade é excepcional ao mais alto nível mundial, se

O Dow's 1980 é um vinho fora de série com uma estrutura de boca e cor invulgar. Gostaria de ser suficiente novo para o apreciar daqui a 50 anos!!

Dedada Branca
Esta marca indica a posição na qual a garrafa deve ser mantida nas garrafeiras (marca para cima)

Assim, a garrafa continua na mesma posição em que estava na nossa garrafeira.

É sempre preferível para o vinho criar o seu depósito sempre na mesma zona da garrafa ao longo do seu envelhecimento.

Também facilita mais tarde a sua decantação.
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Peter Ronald Symington



Registrado: Quinta-Feira, 29 de Outubro de 2009
Mensagens: 14

MensagemEnviada: Qua Nov 25, 2009 1:53 pm    Assunto: Resposta a Abílio Neto Responder com Citação

O vinho vintage novo como o Dow's 03 e 07 podem ser consumidos acompanhados de chocolate (70% de cacau), ou mousse de chocolate com enorme prazer, as duas coisas combinam muito bem.

O ano de 1994 foi um óptimo ano, devido ao clima ideal e não à minha ascendência a Presidente da empresa.
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