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Entrevista com Luis Gutiérrez/elmundovino.com
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NCritica
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Registrado: Segunda-Feira, 22 de Janeiro de 2007
Mensagens: 212
Localização: Portugal

MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 1:14 pm    Assunto: Responder com Citação

Caros foristas,

O período destinado a perguntas costuma prolongar-se até às quintas-feiras. Contudo, e excepcionalmente, pedimos que coloquem as vossas questões até quarta-feira. A razão é muito simples: quinta-feira é feriado em Espanha e, muito compreensivelmente, Luis Gutiérrez vai ter dificuldade em estar on-line.

Mais, pedimos a vossa compreensão para o facto de, eventualmente, ocorrer algum desfasamento temporal nas respostas às últimas perguntas.

Gratos pela vossa colaboração.

A Administração do forum
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Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 1:59 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Luis Gutiérrez,

Vamos a mais uma série de perguntas e, deixando Jerez, partamos para Rioja.

1- Rioja assistiu ao surgir/ressurgir de muitas outras denominações mas, aparentemente, continua a ser a região espanhola com maior projecção internacional. Confirma esta ideia? E a nível interno... como é?

2- É possível detectar diferenças de estilo entre os vinhos de Rioja Alta, Rioja Alavesa e Rioja Baja? Basicamente o que os distingue?

3- Artadi, Barón de Ley, Finca Allende, Marqués de Murrieta, Muga, Remirez de Ganuza e Roda são algumas das "bodegas" responsáveis pelo renascimento de Rioja e pelo aparecimento de muitos dos chamados vinhos de"Alta Expresión". Como definiria esta nova geração de tintos?

4- As designações Aragonês/Tinta Roriz são o equivalente português para a tão "riojiana" Tempranillo. Contudo, não consigo encontrar em Portugal vinhos monovarietais com a mesma estrutura de alguns dos que nascem em Rioja. Concorda com esta visão? Que razões podem justificar esta diferença?

5- É um desafio perdido tentar fazer grandes brancos em Rioja? Temos novidades nessa matéria? Pode avançar com alguns nomes?


Um grande abraço e... até ja!

Pedro
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Editado pela última vez por Pedro Gomes em Ter Mar 17, 2009 2:27 pm, num total de 1 vez
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joaoredrose



Registrado: Segunda-Feira, 5 de Março de 2007
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Localização: Douro Valley

MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 2:14 pm    Assunto: Responder com Citação

Hola Luis,

En hora buena de (v)leerte akí!

Aparte de los vinos de Jerez (ya tienes preguntas sobre esos desconocidos en PT), hay grandes vinos en España.
Desde luego, que es un grande vino.
Hay que tener historia? y historial de cosechas? Bueno entanto que vin de garde? (No pongo mas doubts para no influenciar tu respuesta).

Hay un tiempo, España era Rioja e Jerez (y Cava?) y Vega Sicilia.
Después Ribera del Duero (empezó en los 70?).
Ahora dozens de DOs, miles de bodegas y vinos.
Como en PT, imho, en eso proceso, (demasiado?) rápido, luego a los vinos menos modernos, quizá clásicos, les pusieron muxos defectos y pocas calidades.
Nos puedes contar algo de vinos secos clásicos de España que sin la concentración de los ErmitaPingus (entendiendo los como los mas famosos de esos vinos de top modernos) te encanten con otras cosas?

Y nada, se tienes tiempo ya hay muxo que escribir.

gracias y saludos de Gontelho, Duero international
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Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 4:43 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Luis Gutiérrez,

E, claro está... o Priorat! Era difícil não incluir nesta entrevista uma região tão peculiar e com tantas afinidades com o Douro: a orografia, os solos, o dinamismo vitivinícola das últimas décadas e, como não podia deixar de ser, o perfil geral dos vinhos.

1- Olho para o Priorat e lembro-me sempre dos "Douro Boys", pelo enorme paralelismo com o que eu costumo chamar de "Gratallops Boys". É possível descrever-nos, em linhas muito gerais, o extraordinário trabalho que René Barbier iniciou, nos finais da década de 70, em parceria com nomes como José Luis Pérez Verdu, Alvaro Palacios, Dafne Glorian e Carles Pestrana, entre outros?

2- E os solos pizarrosos? É verdade que a "llicorella" é a grande responsável pela grandiosidade dos vinhos do Priorat? E que identidade ou riqueza imprime aos vinhos?

3- São vulgares as referências ampelográficas às castas Garnacha Tinta e Garnacha Tintorera, esta última, segundo consta, com fortes semelhanças com o Alicante Bouschet. Mas, não consigo encontrar nada de muito concreto sobre uma tal de Garnacha Peluda: que casta é esta?

4- Muito do sucesso dos vinhos do Priorat parece resultar do casamento entre as castas Garnacha e Cariñena? Haverá espaço para outras combinações? Que outras castas poderão "vencer" na região?

5- Sei que não são fáceis as generalizações mas, em termos médios, com que idade é que os tintos do Priorat atingem o seu apogeu?


Um grande abraço e... até já!

Pedro
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Luis Gutiérrez



Registrado: Sexta-Feira, 23 de Julho de 2004
Mensagens: 49
Localização: Madrid, Espanha

MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 9:57 pm    Assunto: Responder com Citação

Spice Girl escreveu:
Olá


De facto nalgum tipo de menus, que são sequências de pratos muito diferentes e muito pequenos parece-me particularmente difícil.
Como fazes nessas situações?


Espumosos! (ya he visto el mensaje de Miguel... ahora voy!)

Spice Girl escreveu:

Por curiosidade... como te interessaste por vinho e como foi o teu percurso no mundo do vinho?


Mi padre bebía vino, siempre español muy clásico, poco a poco me fui interesando, comencé en foros de internet (wine lovers page), fui conociendo más gente, hasta que un día un amigo (Víctor de la Serna) nos propuso ¿Hacemos entre todos un portal de vinos para El Mundo? Y lo hicimos...
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Luis Gutiérrez



Registrado: Sexta-Feira, 23 de Julho de 2004
Mensagens: 49
Localização: Madrid, Espanha

MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 9:59 pm    Assunto: Responder com Citação

Miguel Gouveia escreveu:
Spice Girl escreveu:
Olá

Luis Gutiérrez escreveu:

1- Sí, mucha gente se interesa por el vino español, pero a menudo se dan cuenta que los 'tintos modernos' son totalmente incompatibles con la cocina 'moderna'. Por eso pienso que cada vez hay m´s interés por los blancos. Y espero que los tintos más frescos y equilibrados, y que nos vayamos olvidando de los excesos con la madera.

De facto nalgum tipo de menus, que são sequências de pratos muito diferentes e muito pequenos parece-me particularmente difícil.


Paulina,

Não me parece ser muito difícil: Cava + Cava + Cava Cool !

PS: Luiz e NC desculpem o meio off-topic mas não resisti....


Si tengo que decir la verdad, Miguel, Champagne!!! Wink
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Luis Gutiérrez



Registrado: Sexta-Feira, 23 de Julho de 2004
Mensagens: 49
Localização: Madrid, Espanha

MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 11:17 pm    Assunto: Responder com Citação

Pedro Gomes escreveu:
Caro Luis Gutiérrez,

Começámos a um bom ritmo. Avancemos para mais uma ronda.

Seria quase um crime entrevistar um crítico espanhol e não trazer para a conversa Jerez e Sanlúcar de Barrameda, verdadeiras "jóias da Coroa".

1- Como explica que um dos mais extraordinários vinhos do mundo não receba o devido reconhecimento internacional?

2- Onde está o segredo que conduz ao mistério/fascínio dos vinhos de Jerez? Nos solos? Na mistura de influências atlântica e mediterrânica? Nas castas Palomino, Moscatel e Pedro Ximénez?

3- Para nós, portugueses, isso é tudo muito complicado. O que é isso do "véu da flor"? E, para que serve? Basicamente, como funciona esse método de envelhecimento dos vinhos baseado no sistema de "criaderas" e "soleras"?

4- Um pouco à semelhança do universo "Porto", a nomenclatura utilizada na Andaluzia não é fácil: Fino, Manzanilla, Amontillado, Palo Cortado, Oloroso, East India e Pedro Ximénez. É possível, em linhas muitos gerais, distinguir esta diversidade de estilos?

5- Casas "clássicas" como Domecq, González Byass e Osborne continuam a mostrar os melhores vinhos? Ou há nomes com menor tradição que merecem uma atenção muito especial?

6- Pela experiência que tem com esse tipo de vinhos, pedia-lhe que sugerisse um acompanhamento à mesa com um Fino? E que propõe para o "difícil" PX?


Um grande abraço e... até já!

Pedro


¡Que preguntas tan complicadas! ¡Me vais a tener que pagar más de lo prometido! Laughing

Bueno, vamos a ver que el tema del Jerez es extenso y complejo...

1- Simplemente está alejado de los parámetros de la moda: un vino alto en alcohol, y complicado (no inmediato). Pienso que eso antes o despues va a cambiar...

2- El secreto está en una mezcla de todos esos factores, Pedro. Los suelos con un altísimo contenido de caliza activa, una casta más o omenos neutra (palomino), un clima, y una influencia marina especialmente dentro de las bodegas, junto al método de soleras y criaderas resultan en un vino único y mágico.

3- El velo de flor es una capade levaduras (saccharomyzes ¿se esccribe así? It's too late to check!) que se forman sobre la superficie del vino dentro de las botas (pipas), pues estas no se llenan totalmente, y tiene aire. Estas levaduras además de protegerlo de la oxidación (muy lenta, algunos finos están en bota bajo flor diez años) interactuan con el vino consumiendo glicerina y alcohol y produciendo otros elementos. Los vinos criados bajo flor se llaman vinos de crianza biológica.

4- Efectivamentre hay una serie de vinos muy diferentes, pero podemos decir que hay dos maneras de envejecer el vino, con flor, es decir crianza biológica, y sin flor, crianza oxidativa. Los finos y manzanillas han estado todo el tiempo bajo flor. La diferencia es que la manzanilla solo se puede envejecer en Sanlucar de Barrameda. Después cuando se muere la flor el vino comienza una crianza oxidativa, y se va convirtiendo (a partir de fino o manzanilla) en amontillado. El estilo oxidativo desde el principio produce olorosos, y un tipo raro es el palo cortado, que no se especifica como se hace, pero se dice que tiene naariz de amontillado y boca de oloroso. Los Pedro Ximenez son de esta uva, pasificada, y elaborado muy dulce. Al mezclar algunos vinos con PX aparecen los cream, pale cream, medium y demás, en general de menor calidad. ¿Se entiende?

5- Para mi el auténtico tesoro de Jerez se llama Valdespino. Y una cosa muy pequeña que ha aparecido recientement, unos négociants bajo el nombre Equipo Navazos, que presentan sus vinos con el nombre La bota de...

6- Para el fino, jamón ibérico, y para PX un helado de yogur, o alfo de chocolate.

Vamos a darnos prisa, que hoy no duermo...
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Luis Gutiérrez



Registrado: Sexta-Feira, 23 de Julho de 2004
Mensagens: 49
Localização: Madrid, Espanha

MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 11:23 pm    Assunto: Responder com Citação

Miguel Gouveia escreveu:
Caro Luiz Gutierrez,

Faço minhas as palavaras do André Braga da Cruz, foi óptimo poder partilhar a vertical do Soalheiro contigo. E o 1994 realmente Rocks! Rocks!

As minhas perguntas:

- Se te dessem oportunidade de fazeres um vinho de mesa Cool , que tipo de vinho fazias? A onde e com que uvas?

- Quais as principais características que um vinho de mesa tem de ter para te seduzir?

- Em Portugal está muito na moda os produtores elaborarem vinhos de colheita tardia, em terroirs sem grande aptidão para os mesmos, e que são vendidos logo na sua primeira colheita ao preço de alguns sauternes de muito boa qualidade. Em Espanha assiste-se a um fenómeno semelhante?

Um abraço,

Miguel


Olá Miguel,

Siento que casi no tuvieramos tiempo de hablar durante Essencia...

Mi autentica pasion es Borgoña, asi que si pudiera hacer un vino, un pinot noir en Borgoña, en ChambolleMusigny a ser posible...

Vino ideal? Frescor y equilibrio. ¿mi teclado esta haciendo cosas extrañas. Tengo un ordenador nuevo...?

No creo que tengamos ese fenomeno de vinos de vendimia tardia que comentas. Aqui hay bastante tradicion de vino dulce, y en general la gente no quiere pagar precios elevados por ellos.

Un abrazo Miguel, voy a seguir, que tengo mucho trabajo...
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Luis Gutiérrez



Registrado: Sexta-Feira, 23 de Julho de 2004
Mensagens: 49
Localização: Madrid, Espanha

MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 11:25 pm    Assunto: Responder com Citação

NCritica escreveu:
Caros foristas,

O período destinado a perguntas costuma prolongar-se até às quintas-feiras. Contudo, e excepcionalmente, pedimos que coloquem as vossas questões até quarta-feira. A razão é muito simples: quinta-feira é feriado em Espanha e, muito compreensivelmente, Luis Gutiérrez vai ter dificuldade em estar on-line.

Mais, pedimos a vossa compreensão para o facto de, eventualmente, ocorrer algum desfasamento temporal nas respostas às últimas perguntas.

Gratos pela vossa colaboração.

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Pienso que si que puedo continuar quinta e sexta, Pedro...
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Luis Gutiérrez



Registrado: Sexta-Feira, 23 de Julho de 2004
Mensagens: 49
Localização: Madrid, Espanha

MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 11:35 pm    Assunto: Responder com Citação

Pedro Gomes escreveu:
Caro Luis Gutiérrez,

Vamos a mais uma série de perguntas e, deixando Jerez, partamos para Rioja.

1- Rioja assistiu ao surgir/ressurgir de muitas outras denominações mas, aparentemente, continua a ser a região espanhola com maior projecção internacional. Confirma esta ideia? E a nível interno... como é?

2- É possível detectar diferenças de estilo entre os vinhos de Rioja Alta, Rioja Alavesa e Rioja Baja? Basicamente o que os distingue?

3- Artadi, Barón de Ley, Finca Allende, Marqués de Murrieta, Muga, Remirez de Ganuza e Roda são algumas das "bodegas" responsáveis pelo renascimento de Rioja e pelo aparecimento de muitos dos chamados vinhos de"Alta Expresión". Como definiria esta nova geração de tintos?

4- As designações Aragonês/Tinta Roriz são o equivalente português para a tão "riojiana" Tempranillo. Contudo, não consigo encontrar em Portugal vinhos monovarietais com a mesma estrutura de alguns dos que nascem em Rioja. Concorda com esta visão? Que razões podem justificar esta diferença?

5- É um desafio perdido tentar fazer grandes brancos em Rioja? Temos novidades nessa matéria? Pode avançar com alguns nomes?


Um grande abraço e... até ja!

Pedro


1= Si Rioja continua siendo internamente el number one. Y con razon...

2= Lo mas diferente es Rioja Baja, con clima mas calido y mayor proporcion de garnacha. Alta y Alavesa son mas frescas y dan vinos mças finos, con mas acidez.

3= sorry, my keyboard is driving me nuts... Pedro, los nombres que mencionas incluyen un poco de todo, bodegas tracionales, modernas, de alto volumen... El termino alta expresion no me gusta. Los vinos mas modernos pretendçian ser una vuelta a las buenas tradiciones de los años 40, 50 y 60, pero en mucho casos pecaros de sobreextraccion y exceso de madera, acercandose a un estilo intenacional algo pesado y falto de personalidad. Por suerte pienso que estamos volviendo a encontrar un equilibrio...

4= Si, mucha gente habla mal del tempranillo portugues, pienso que es un problema de clones.

5= NO, en Rioja hay mucho potencial para haceer blancos, hay muchos blancos magnificos de los 40, 50, 60 e incluso 70. Ahora han admitido nuevas castas, pero lo mças interesante sigue siendo lo tradicional. Capellania 2004 de Marques de Murrieta es lo mejor que he probado recientemente...
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Luis Gutiérrez



Registrado: Sexta-Feira, 23 de Julho de 2004
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MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 11:41 pm    Assunto: Responder com Citação

joaoredrose escreveu:
Hola Luis,

En hora buena de (v)leerte akí!

Aparte de los vinos de Jerez (ya tienes preguntas sobre esos desconocidos en PT), hay grandes vinos en España.
Desde luego, que es un grande vino.
Hay que tener historia? y historial de cosechas? Bueno entanto que vin de garde? (No pongo mas doubts para no influenciar tu respuesta).

Hay un tiempo, España era Rioja e Jerez (y Cava?) y Vega Sicilia.
Después Ribera del Duero (empezó en los 70?).
Ahora dozens de DOs, miles de bodegas y vinos.
Como en PT, imho, en eso proceso, (demasiado?) rápido, luego a los vinos menos modernos, quizá clásicos, les pusieron muxos defectos y pocas calidades.
Nos puedes contar algo de vinos secos clásicos de España que sin la concentración de los ErmitaPingus (entendiendo los como los mas famosos de esos vinos de top modernos) te encanten con otras cosas?

Y nada, se tienes tiempo ya hay muxo que escribir.

gracias y saludos de Gontelho, Duero international


Ola Juanito! Te voy a decir una casa. Cada vez me gustan mas los vinos tradicionales y menos los modernos. Un gran vino debe envejecer bien durante tiempo. Y creo que para hacer eso hay que tener historia, mas que nada por conoocimiento, del terruño, del viñedo del potencial. Para mi eso lo hay ya en Douro.

Los riojas clasicos de Lopez de Heredia. Viña Albina o Marques de Riscal me encantan, pero en general no me interesa lo que estan haciendo ahora. Una cosa completamente nueva que me ha gustado mucho, y que no tiene nada que ver es de Bierzo, se llama Mengoba tinto. Te guardo una botella!!

Abraço
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Luis Gutiérrez



Registrado: Sexta-Feira, 23 de Julho de 2004
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MensagemEnviada: Ter Mar 17, 2009 11:53 pm    Assunto: Responder com Citação

Pedro Gomes escreveu:
Caro Luis Gutiérrez,

E, claro está... o Priorat! Era difícil não incluir nesta entrevista uma região tão peculiar e com tantas afinidades com o Douro: a orografia, os solos, o dinamismo vitivinícola das últimas décadas e, como não podia deixar de ser, o perfil geral dos vinhos.

1- Olho para o Priorat e lembro-me sempre dos "Douro Boys", pelo enorme paralelismo com o que eu costumo chamar de "Gratallops Boys". É possível descrever-nos, em linhas muito gerais, o extraordinário trabalho que René Barbier iniciou, nos finais da década de 70, em parceria com nomes como José Luis Pérez Verdu, Alvaro Palacios, Dafne Glorian e Carles Pestrana, entre outros?

2- E os solos pizarrosos? É verdade que a "llicorella" é a grande responsável pela grandiosidade dos vinhos do Priorat? E que identidade ou riqueza imprime aos vinhos?

3- São vulgares as referências ampelográficas às castas Garnacha Tinta e Garnacha Tintorera, esta última, segundo consta, com fortes semelhanças com o Alicante Bouschet. Mas, não consigo encontrar nada de muito concreto sobre uma tal de Garnacha Peluda: que casta é esta?

4- Muito do sucesso dos vinhos do Priorat parece resultar do casamento entre as castas Garnacha e Cariñena? Haverá espaço para outras combinações? Que outras castas poderão "vencer" na região?

5- Sei que não são fáceis as generalizações mas, em termos médios, com que idade é que os tintos do Priorat atingem o seu apogeu?


Um grande abraço e... até já!

Pedro


Pedro, you are killing me! Laughing

Priorat, let-s go!

La historia del renacimiento del Priorat es bonita. Rene Baribier era director comercial de las bodegas Palacios Remondo en Rioja, de la familia de Alvaro Palacios. Alvaro era joven y andaba con Rene por las ferias de vino del mundo. Asi conocieron a Daphne. Habian visto el potencial de Priorat y conocian a Pastrana, que era un poco el nexo local. Rene se empeño en recuperar aquello, hacer grandes vinos con un grupo de amigos. Todo muy hippy. El 89 fue la primera cosecha, fermentaron todas las uvas juntas y todo era el mismo vino con diferentes etiquetas. El exito llego pero hubo peleas internas y la magia de la amistad se rompio. e sun resumen muy corto, de la historia se podia escribir un libro...

2= Si, se piensa que la llicorella es en buena parte responsable del caracter de los vinos, similar al Douro. La garnacha y cariñena vieja tambien tienen algo que ver. Y el clima, claro.

3= Garnacha peluda o tempranillo peludo no son castas, son clones de garnacha o tempranillo, que aparentemente tienen unas hojas que en el reverso tienen como una pelusa, pequeños pelillos. Espero que entendais lo que quiero decir...

4= Si garnacha y cariñena son la base, pero la syrah tambien va bastante bien, en pequeñas proporciones. Me gusta menos cabernet, aunque tambien hay y da buenos resultados. Por haber hay de todo, pinot noir, merlot, hasta touriga nacional!

5= Esa respuesta no la tiene nadie. Los primeros modernos no han envejecido muy bien. Habia un momento que cada año te decian que el Priorat se reinventaba ese año, y qiue el Priorat comenzaba ese año. Creo que el tema del envejecimiento esta todavia por ver. Ahora mismo yo diria, si hay que generalizar, que 10 años.

Voy a dormir que mañana tengo un dia lleno de reuniones...
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FM



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MensagemEnviada: Qua Mar 18, 2009 12:24 am    Assunto: Responder com Citação

Hola, Luís!

As perguntas para o colega:

1 - Nós por cá mitificamos um pouco o que se passa em Espanha, dizendo muitas vezes que os chefes espanhóis de primeira linha têm puxado muito pelos vinhos de Espanha. Pelo que me tem sido dado a ver, os "grandes chefes" do momento não dão grande importância ao vinho nem se preocupam em cozinhar para ele. Comentários?

2 - Nos vinhos e na comida, o que gostavas que fosse ibérico e o que gostavas que fosse Portugal e Espanha analisados separadamente? Guias? Web2.0? Revistas?

3 - Publicaste um guia sobre Portugal que aqui nunca foi muito conhecido. Que impacte teve em Espanha? Vais republicá-lo?

4 - Com a idade - acontece a todos... - estás a comprar mais ou menos vinho estrangeiro? Gostas mais ou menos de vinhos velhos?

Um abraço em TetraPak, para chegar fresquinho!
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Fernando Melo
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MensagemEnviada: Qua Mar 18, 2009 12:53 am    Assunto: Responder com Citação

Hola Luis,
Da Espanha, qual a correlação que voce faz entre a Garnacha do Priorat, a Cannonau da Sardenha e a Grenache do sul do Rhône?

Da França, poderia me falar um pouco dos vinhos da Bourgogne, principalmente na classificação dos vinhedos Grand Cru, todos praticamente em cima da linha da falha geologica de Bresse, e incidência de Sols Bruns calcaries e Sols Bruns sur marne na composição destes solos.
A porosidade destes afloramentos de Marga que permitem o aprofundamento das raizes até 10 metros, para encontrar a rocha mãe, faz toda a diferença nestes vinhedos e nos seus vinhos?.
O periodo destas formações, seja Oxfordien, Portlandian ou Kimmeridgien, fazem toda a diferença, ou a disposição da rocha calcarea dura, influência mais ?
Se não der tempo para responder, poderia me responder depois, se puder.
Estou me debateando com estes vinhos da Bourgogne, mas é muito complexo, para quem não conhece nada, como eu.
Sds,
Luiz Otávio
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De vinho em vinho vamos aprendendo um pouquinho.
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MensagemEnviada: Qua Mar 18, 2009 3:12 pm    Assunto: Responder com Citação

Luis Gutiérrez escreveu:
NCritica escreveu:
Caros foristas,

O período destinado a perguntas costuma prolongar-se até às quintas-feiras. Contudo, e excepcionalmente, pedimos que coloquem as vossas questões até quarta-feira. A razão é muito simples: quinta-feira é feriado em Espanha e, muito compreensivelmente, Luis Gutiérrez vai ter dificuldade em estar on-line.

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Gratos pela vossa colaboração.

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Caro Luis Gutiérrez,

É muito bom saber que podemos ter respostas quinta e sexta-feira. Isso vai dar para os foristas satisfazerem a sua curiosidade.

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