NovaCrítica-vinho.com - Índice do Fórum NovaCrítica-vinho.com
Forum de Discussão
 
 FAQFAQ   PesquisarPesquisar   MembrosMembros   GruposGrupos   RegistrarRegistrar 
 PerfilPerfil   Entrar e ver Mensagens ParticularesEntrar e ver Mensagens Particulares   EntrarEntrar 

Entrevista com Domingos Soares Franco /José Maria da Fonseca
Ir à página Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7  Próximo
 
Novo Tópico   Este Tópico está Bloqueado. Você não pode editar mensagens ou responder    NovaCrítica-vinho.com - Índice do Fórum -> Entrevistas On-line
Exibir mensagem anterior :: Exibir próxima mensagem  
Autor Mensagem
valtercosta72



Registrado: Segunda-Feira, 5 de Março de 2007
Mensagens: 313

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 2:25 pm    Assunto: Responder com Citação

Eu também alinho nessa visita. De Setúbal a Azeitão são 5 minutos.
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular
Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 3:17 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Engenheiro Domingos Soares Franco,

Recuperando uma ou outra ponta solta:

1- A propósito de um topo de gama branco falou em "castas estranhas". Devemos entender esse entranhas como... estran(geiras)has? E estamos a falar de...? E será para produzir na colheita de...?

2- Quando mencionei o enquadramento geológico queria saber até que ponto lidar com rochas sedimentares (aluviões, areias e arenitos), que abundam na região de Setúbal, envolve uma abordagem completamente diferente daquela que é trabalhar com substratos metamórficos, como é o caso do Douro (essencialmente com o xisto e afins)?

3- Então e espumantes... como é? Não fazem parte dos planos da José Maria da Fonseca?

Um grande abraço e... até já!

Pedro
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular
Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 4:03 pm    Assunto: Responder com Citação

Caros Rui Lourenço Pereira, João Rico, João Roseira e Valter Costa,

Estou a anotar tudo. Mais tarde será lançado o desafio forístico (será que a palavra já consta nos dicionários?). Mas a vossa reserva está assegurada. Super

Um grande abraço e... até já!

Pedro
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular
DSF



Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 4:38 pm    Assunto: Responder com Citação

Rui Lourenço Pereira escreveu:
Bom dia!

Confirmo já a minha presença na JMF em Abril. Pedro podes começar a fazer a lista.

Vamos a mais umas questões:

- Não sentem necessidade de afirmar o Moscatel como bebida de excelência, à semelhança do Porto, Jerez, Tokaj,...Porque é praticamente desconhecido além fronteiras? Como o fazer?


Ele não é desconhecido além fronteiras, precisa é mais promoção (falta dinheiro na CVR para fazer uma promoção continuada!), é preciso mais iinovação, é preciso apresentá-lo lá fora bastantes mais vezes. Quem pode na região faz, mas somos poucos a fazer barulho.


Citação:
- Com o uso continuado dos solos nas várias regiões onde têm vinhas, não sente necessidade de os colocar por vezes em pousio (5-10 anos) de maneira a torná-los mais produtivos posteriormente?


Era bom era!! Em teoria deveria ser assim, mas aonde estão os terrenos extras para fazer pousio a uns e plantar em outros. Somos um país pequeno em que é quase impossivel escolher a folha de terra para plantar vinha quando não há por onde escolher. Paises do novo mundo é que se podem dar a esse luxo (bem merecido) pois teem muita area de terra para escolher


Citação:
- A colocação no mercado de um vinho sem alcóol visa acima de tudo conquistar novos mercados. Será uma experiência sem continuação, ou por outro lado, é também para aplicar aos tintos e brancos. Quais as quantidades produziudas?


Não é para conquistar novos mercados, mas sim novos habitos de consumidores que assim o pedem. Isto de vinho sem alcool não é nada de novo lá fora! Mas como "viajamos lá fora, cá dentro" não nos aprecebemos das novas tendências.
Se é para dar continuidade ou não, o consumidor assim o dirá! Começamos pelo rose, pois dentro do possivel é o mais dificil pois o branco é mais facil. O tinto de momento não é possivel pois a qualidade final não é a desejada.

Citação:

- As vindimas de 2008 foram de uma maneira geral extremamente proveitosas em termos de qualidade. Corrobora desta opinião. Será que teremos Hexagon 2008 ou prevê algo melhor/diferente?


Concordo 100% com a qualidade de 2008.
Iremos ter concerteza um Hexagno'08 e em quantidades já apreciaveis. Algo melhor/diferente ficará para mais tarde. Não se pode desvendar tudo numa semana, não é?

Citação:
Hoje, na comemoração do meu aniversário, vou abrir, algumas garrafas que tenho guardadas. Para além de um Barca Velha 1981, um Chateneauf fu Pape ( não me lembro a colheita), um Moscatel de 1983 (Bacalhôa), um Alambre 20 anos, um Bastardinho e um Vintage 1970. Destes licorosos qual a ordem de degustação que me aconselha?


Em primeiro lugar deixe me desejar um feliz aniversario com todos os seus, com muita saude e que se repita por muitos anos.

O meu conselho:Chateneauf fu Pape, Barca Velha, Vintage 1970, Moscatel de 1983, Alambre 20 anos e Bastardinho. Aconselho a não pôr o Porto depois dos Moscateis pois por experiência própria os Moscateis acabam com o Porto num instante.

Mais uma vez desejo-lhe Feliz aniversario


Citação:
Abraço,


Abraço[/quote]
_________________
DSF
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular Visitar a homepage do Usuário
DSF



Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 4:44 pm    Assunto: Responder com Citação

joaoredrose escreveu:
Bom dia,

Another candidate p´rá visita.
Atrevo-me a sugerir, uma visita às vinhas com o Paulo Hortas seria um grande plus!


Mas concerteza !!!!!!!!!

Citação:
Como o Domingos disse, é mesmo de aplaudir (imho, de pé), na JMF também são lavradores a sério, tanto em quantidade (são? o maior viticultor de PT) como em qualidade (no trabalho vitícola).


Só no trabalho vitícola, João?? E da enologia?? Não brinques comigo!!!

Citação:
Obrigado pelo tempo disponibilizado. Diria que foi bem empregue (egoismo, i know :-)


Olha que por fim foi muito bem empregue!

Citação:
un saludo duriense,
joão roseira


Abraço do amigo "sulista"

Cá te espero.[/quote]
_________________
DSF
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular Visitar a homepage do Usuário
DSF



Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 5:17 pm    Assunto: Responder com Citação

goncas escreveu:
Viva Caro DSF,


O vinho Quinta de Camarate é um dos poucos vinhos no mercado a ter duas versões: seco e com açúcar residual (doce, pelo menos de forma assumida);
A Versão doce, "liga bem" com algumas comidas mais “especiadas e/ou picantes". As vendas corroboram esta ligação: vinho branco leve e com açúcar residual/comida “especiada”? I.e., notam que este segmento de restauração procura este tipo de vinho?


Ora bem vindo!

O Camarate Branco Doce existe á muitos anos. É um segmento que existe e esteve meio parado (mas sempre lá) e nos últimos 4 ou 5 anos começou a aumentar.

Citação:
A questão do consumidor baralhado com tantas marcas, já foi aflorada nesta entrevista. Perdoe-me a confissão, mas eu próprio Confused também tenho alguma dificuldade em perceber as diferenças entre algumas marcas da JMF como a Vynia (T), Q. Camarate(T/B) e Pasmados (T/B).
Para além das casta, quais as diferenças do perfil de cada uma?

Vynia - é um vinho facil de se beber, sem muitos preconceitos. Quem o compra não precisa de pensar muito "ao que cheira e ao que sabe"

Camarate B - vinho moderno, com fruta, sem madeira. Começou por ter maioritariamente moscatel, mas nos ultimos anos estou a substituir por Verdelho aos poucos

Camarate T- vinho sério mas com suavidade e subtileza. Paladar presente mas não muito longo. Taninos suaves

Pasmados B - o nosso topo de gama nos brancos, com fermentação em meias pipas, battonage. Um vinho que começa a mostrar se um anos após o engarrafamento

Pasmados T - um vinho com estrutura, que já dá para meditar, com a madeira bem integrada e com taninos presentes mas suaves


Citação:
A Cova da Periquita é o berço do Castelão. A JMF já fez alguns vinhos Super Premium, com 100% Castelão (estou-me a lembrar do CO e do Periquita Clássico). Para quando o (ou um novo) "GRANDE" vinho 100% Castelão da vinhas da cova da Periquita?

Tá quase, calma (isto não pode sair tudo ao mesmo tempo, senão ficavamos cá a fazer o quê para o ano? Será quase 100% castelão, podendo-se chamar no rotulo CASTELÃO como casta.
A seu tempo divulgaremos, ok?
Citação:

Já agora, o Periquita Clássico é para continuar ou foi "substituído" pelo Periquita Reserva?


O conceito do Classico acabou. Não foi substituido pelo Reserva. Este tem um perfil completamente diderente

Citação:
Tenho diversas colheitas do JRF "Tinto Velho" em casa (sem caixa Sad ). A partir de 80, o rótulo já indica o ano e refere ser engarrafado pela JMF, Mas, salvo erro:
- Tenho uma botella, sem indicação de ano, em que o rótulo é já semelhante ao de 80. Será de Setenta e muitos?


Se não tem ano é que foi antes de nós engarrafarmos e depois produzirmos esse vinho. Pode ter caido a gargantilha!
Quando adquirimos a adega JRF estava no mercado a colheita de 1979.

Citação:
- Das outras sem indicação de ano no rótulo, acho que tenho garrafas com pelo menos dois rótulos diferentes. Não tendo as caixas, há hipóteses de saber pelo menos a que décadas pertencem?

Talvez, só vendo ou então mande me uma foto de cada

Citação:
PS1: Como consumidor, também já reparei na qualidade do Pasmados branco! Espero que o preço se mantenha Very Happy


Isso aí já vai além do meu contributo imediato. No entanto, posso assegura, é que JMF nunca queimou preços. Já cá estamos á 175 e queremos estar pelo menos outro tantos!

Citação:
PS2: Gosto imenso do FSF 2001. Para mim é o protótipo de definição de vinho “elegância”.


Exactamente, é um protótipo da elegância sem as aspas !!

Citação:
PS3: Como enófilo, mais uma vez obrigado por aquela prova especial dos "Tinto Velho" no ECV.


Tive todo o prazer!! Acho que esclareceu muita gente aquela prova

Citação:
Obrigado e bem haja pela disponibilidade.

Saudações enófilas,


Um forte abraço e até breve
_________________
DSF
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular Visitar a homepage do Usuário
DSF



Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 5:26 pm    Assunto: Responder com Citação

Pedro Gomes escreveu:
Caro Engenheiro Domingos Soares Franco,

Recuperando uma ou outra ponta solta:

1- A propósito de um topo de gama branco falou em "castas estranhas". Devemos entender esse entranhas como... estran(geiras)has? E estamos a falar de...? E será para produzir na colheita de...?


Meu caro Pedro
Não se pode divulgar tudo esta semana, não é? senão fico sem nada para mostrar nos próximos meses!!

Citação:
2- Quando mencionei o enquadramento geológico queria saber até que ponto lidar com rochas sedimentares (aluviões, areias e arenitos), que abundam na região de Setúbal, envolve uma abordagem completamente diferente daquela que é trabalhar com substratos metamórficos, como é o caso do Douro (essencialmente com o xisto e afins)?


Sim, é uma abordagem totalmente diferente pois os diferentes solos tambem ajudam a modificar o clima perto da cepa (mais retenção de agua no solo, mais humidade á superficie, logo mais hipoteses de infecções. Setubal tem a agua no subsolo bem mais á superficie que o Douro. As raizes das plantas não teem que ir tão fundo como no Douro para absorverem a agua. Em tudo é diferente! Temos que fazer reset ao nosso computador mental

Citação:
3- Então e espumantes... como é? Não fazem parte dos planos da José Maria da Fonseca?


Fazem sim, este ano fizemos um mas não tinha a qualidade desejada, portanto ficou em aguas de bacalhau !! Na próxima colheita se verá. Se houver, logo o divulgaremos a tempo

Citação:
Um grande abraço e... até já!

Pedro


Abraço
_________________
DSF
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular Visitar a homepage do Usuário
Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 6:43 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Engenheiro Domingos Soares Franco,

Estamos a esgotar os últimos cartuchos, mas nem por isso vamos perder a pedalada. Aí vai:

Elegi este ano o FSF 2004 para a minha "Selecção Tintos 2009". A esse propósito escrevi "À primeira vista, poderá parecer que nada do especial se destaca neste vinho. Mas, é precisamente isso que se destaca... e isso é muito especial. Aromas em catadupa num tinto que vale pela harmonia e pelo equilíbrio. O Velho Mundo em todo o seu esplendor."

Serve este seu vinho para nos guiar nas perguntas que se seguem:

1- Nos dias que correm fala-se da exuberância de aromas (quantas vezes efémeros), do corpo (quantas vezes inchado mas sem densidade) e da potência (quantas vezes apoiada em exageros de extracção e teores alcoólicos descabidos). Como convencer os consumidores de que os valores supremos no vinho são o equilíbrio e a harmonia?

2- Desde cedo me ensinaram que a longevidade é um parâmetro crucial para a grandiosidade de um vinho. Mas muitos "cocktail's" que por aí andam, por muito prazer que dêem a beber, vão morrer cedo. Como se ensina ao consumidor que, também no vinho, "as aparências iludem"?

3- Está muito bem para a idade mas, em termos de longevidade, qual julga ser o timing indicado para desfrutar deste grande FSF 2004?

Um grande abraço e... até já!

Pedro
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular
DSF



Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 7:06 pm    Assunto: Responder com Citação

Pedro Gomes escreveu:
Caro Engenheiro Domingos Soares Franco,

Estamos a esgotar os últimos cartuchos, mas nem por isso vamos perder a pedalada. Aí vai:

Elegi este ano o FSF 2004 para a minha "Selecção Tintos 2009". A esse propósito escrevi "À primeira vista, poderá parecer que nada do especial se destaca neste vinho. Mas, é precisamente isso que se destaca... e isso é muito especial. Aromas em catadupa num tinto que vale pela harmonia e pelo equilíbrio. O Velho Mundo em todo o seu esplendor."

Serve este seu vinho para nos guiar nas perguntas que se seguem:

1- Nos dias que correm fala-se da exuberância de aromas (quantas vezes efémeros), do corpo (quantas vezes inchado mas sem densidade) e da potência (quantas vezes apoiada em exageros de extracção e teores alcoólicos descabidos). Como convencer os consumidores de que os valores supremos no vinho são o equilíbrio e a harmonia?


Esta sua descrição não é mais que a de um "blockbuster", moda á uns 12 anos atrás. Nunca fiu adepto desse tipo de vinho e sempre batalhei pela hamonia, subtileza, delicadeza.
Convencer os consumidores sobre isso só há 2 maneiras:
Com provas comentadas por especialistas com vinhos de ambos os tipos, sem marca, para se comparar as virtude de um contra os defeitos do outro.
Jornalistas da especialidade fazerem passar a messagem.

Citação:
2- Desde cedo me ensinaram que a longevidade é um parâmetro crucial para a grandiosidade de um vinho. Mas muitos "cocktail's" que por aí andam, por muito prazer que dêem a beber, vão morrer cedo. Como se ensina ao consumidor que, também no vinho, "as aparências iludem"?


Da mesma maneira que na pergunta anterior
Citação:

3- Está muito bem para a idade mas, em termos de longevidade, qual julga ser o timing indicado para desfrutar deste grande FSF 2004?


Na ficha tecnica quando a fiz, escrevi 10 anos após o engarrafamento (Janeiro'06). Hoje acho que fui conservador. Deveria ter posto uns 15 anos. Quanto a mim deverá chegar poder começar a ser desfrutado daqui a uns 2 anos até ....Temos que deixar a garrafa fazer o seu trabalho..

Citação:
Um grande abraço e... até já!

Pedro


Abraço
_________________
DSF
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular Visitar a homepage do Usuário
joaoredrose



Registrado: Segunda-Feira, 5 de Março de 2007
Mensagens: 66
Localização: Douro Valley

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 7:08 pm    Assunto: Responder com Citação

joaoredrose escreveu:
Bom dia ...

Como o Domingos disse, é mesmo de aplaudir (imho, de pé), na JMF também são lavradores a sério, tanto em quantidade (são? o maior viticultor de PT) como em qualidade (no trabalho vitícola).


DSF escreveu:

Só no trabalho vitícola, João?? E da enologia?? Não brinques comigo!!!

C'mon, Domingos, i would never write something like what you're implying!
Thought you knew me better than that. :-)

Já agora, you asked 4 it, aí vai uma brincadeira:

Lá na Cova da Iria
dizem qu'anda uma santa
Digo eu, na cova da Periquita
O Castelão até espanta!

Da terra onde cresce a vide
Da vide que dá a uva
A magia do Domingos
Faz a plenitude.

(in Cantares Sulistas Antigos, nada Elististas, recolhido por Bernardo Sousa Eduardo)

do Douro, sem nortada
joão
_________________
comidinha p'ró papinho
www.gotaepinga.blogspot.com
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular Visitar a homepage do Usuário
DSF



Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 7:12 pm    Assunto: Responder com Citação

joaoredrose escreveu:
joaoredrose escreveu:
Bom dia ...

Como o Domingos disse, é mesmo de aplaudir (imho, de pé), na JMF também são lavradores a sério, tanto em quantidade (são? o maior viticultor de PT) como em qualidade (no trabalho vitícola).


DSF escreveu:

Só no trabalho vitícola, João?? E da enologia?? Não brinques comigo!!!

C'mon, Domingos, i would never write something like what you're implying!
Thought you knew me better than that. :-)

Já agora, you asked 4 it, aí vai uma brincadeira:

Lá na Cova da Iria
dizem qu'anda uma santa
Digo eu, na cova da Periquita
O Castelão até espanta!

Da terra onde cresce a vide
Da vide que dá a uva
A magia do Domingos
Faz a plenitude.

(in Cantares Sulistas Antigos, nada Elististas, recolhido por Bernardo Sousa Eduardo)

do Douro, sem nortada
joão


João (sem nortada !!) só tu !!

Obrigada e um forte abraço do teu amigo
Domigos
_________________
DSF
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular Visitar a homepage do Usuário
DSF



Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 7:14 pm    Assunto: Responder com Citação

joaoredrose escreveu:
joaoredrose escreveu:
Bom dia ...

Como o Domingos disse, é mesmo de aplaudir (imho, de pé), na JMF também são lavradores a sério, tanto em quantidade (são? o maior viticultor de PT) como em qualidade (no trabalho vitícola).


DSF escreveu:

Só no trabalho vitícola, João?? E da enologia?? Não brinques comigo!!!

C'mon, Domingos, i would never write something like what you're implying!
Thought you knew me better than that. :-)

Já agora, you asked 4 it, aí vai uma brincadeira:

Lá na Cova da Iria
dizem qu'anda uma santa
Digo eu, na cova da Periquita
O Castelão até espanta!

Da terra onde cresce a vide
Da vide que dá a uva
A magia do Domingos
Faz a plenitude.

(in Cantares Sulistas Antigos, nada Elististas, recolhido por Bernardo Sousa Eduardo)

do Douro, sem nortada
joão


Desculpa, faltou me o n no Domingos
_________________
DSF
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular Visitar a homepage do Usuário
Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 7:22 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Engenheiro Domingos Soares Franco,

E aí vai mais uma leva... num contexto mais soft:

1- Vamos na sétima geração de uma empresa que não abdica do seu estatuto familiar? Vantagens e inconvenientes de não se abrir as portas ao capital "anónimo"?

2- Ah... e a tão famigerada cultura de empresa! Que princípios e ensinamentos, em parceria com o seu irmão António, procura incutir nos seus filhos e nos seus sobrinhos?

3- Como idealiza a José Maria da Fonseca em 2109?

Um grande abraço e... até já!

Pedro
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular
DSF



Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 7:37 pm    Assunto: Responder com Citação

Pedro Gomes escreveu:
Caro Engenheiro Domingos Soares Franco,

E aí vai mais uma leva... num contexto mais soft:

1- Vamos na sétima geração de uma empresa que não abdica do seu estatuto familiar? Vantagens e inconvenientes de não se abrir as portas ao capital "anónimo"?


A opinião da familia assim tem querido. Assim conseguimos manter o leme da empresa no rumo que achamos correcto.
Neste momento com a bolsa tão em baixo quem é que vai para lá?

Citação:
2- Ah... e a tão famigerada cultura de empresa! Que princípios e ensinamentos, em parceria com o seu irmão António, procura incutir nos seus filhos e nos seus sobrinhos?


Tudo que nossos antepassados nos transmitiram de diversas maneiras assim temos passado á 7ª geração. Desde principios morais no negocio, como de honestidade, de simplecidade, de ambiente familiar na empresa, de concorrência leal, etc

Citação:
3- Como idealiza a José Maria da Fonseca em 2109?


Ó Pedro, eu nunca fui ao futuro!! É que não a minima das ideias. Como ontem ouvi dizer "em 2008 só faltaram foi ver porcos a voar, tudo o resto aconteceu!! ". Portanto com tanta modificação é muito dificil fazer projecções

Citação:
Um grande abraço e... até já!

Pedro


Abraço
_________________
DSF
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular Visitar a homepage do Usuário
Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Qui Fev 19, 2009 8:19 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Engenheiro Domingos Soares Franco,

Talvez por força da sua formação californiana (ou talvez não), sei que é um adepto confesso de muitos vinhos do chamado Novo Mundo. E isso leva-me a perguntar-lhe:

1- Na esmagadora maioria dos casos, continuamos a olhar para o confronto Velho Mundo/Novo Mundo como uma polémica geográfica. Ora, os conceitos envolvidos são, hoje, muito mais o resultado de diferentes abordagens enológicas do que o confronto entre espaços regionais. Partilha deste ponto de vista? Então porque razão se continua a "bater na mesma tecla"?

2- Coonawarra pode alcançar a excelência de Bordéus? Ou são duas abordagens distintas e, ambas plenamente válidas?

3- Para que lado balança quando se vê confrontado entre a austeridade mineral dos brancos do Loire e a exuberância aromática dos Sauvignon Blanc de Marlborough e Martinborough? Ou é apologista da coabitação?

4- E uma região extraordinária na África do Sul?

5- E sempre é verdade que a casta Tannat no Uruguai... é o céu austral?

Um grande abraço e... até já!

Pedro
Voltar ao Topo
Ver o perfil de Usuários Enviar Mensagem Particular
Mostrar os tópicos anteriores:   
Novo Tópico   Este Tópico está Bloqueado. Você não pode editar mensagens ou responder    NovaCrítica-vinho.com - Índice do Fórum -> Entrevistas On-line Todos os horários são GMT + 1 Hora
Ir à página Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7  Próximo
Página 5 de 7

 
Ir para:  
Enviar Mensagens Novas: Proibido.
Responder Tópicos Proibido
Editar Mensagens: Proibido.
Excluir Mensagens: Proibido.
Votar em Enquetes: Proibido.


Powered by phpBB © 2001, 2005 phpBB Group
Traduzido por: Suporte phpBB