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Entrevista com Rui Reguinga (Enólogo)
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NCritica
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Registrado: Segunda-Feira, 22 de Janeiro de 2007
Mensagens: 212
Localização: Portugal

MensagemEnviada: Dom Jun 15, 2008 9:40 pm    Assunto: Entrevista com Rui Reguinga (Enólogo) Responder com Citação

Rui Manuel Bento Reguinga nasceu em Almeirim a 21 de Abril de 1966. Especializou-se em Enologia no Instituto Superior de Agronomia em Lisboa, iniciando a sua actividade profissional no ano de 1990 na região de Champagne em França. Seguiu-se uma actividade de enólogo na Consulvinus, assessorando João Portugal Ramos em inúmeros projectos espalhados por todo o país. Uma fase que lhe permitiu ganhar um conhecimento prático essencial, uma visão diversificada e completa da indústria nacional, que lhe possibilitou ao longo de 9 anos de parceria conhecer por dentro os pontos fortes e fracos do vinho.

Em 2000 deu início a uma actividade própria de consultoria que rapidamente se afirmou no mercado, marcando inevitavelmente o caminho da indústria portuguesa no novo milénio. Trabalhou a concepção global de projectos como o Monte da Ravasqueira (Arraiolos), Herdade Paço do Conde (Beja), Lima Mayer (Monforte), Herdade do Gamito (Crato), contribuindo ainda na reestruturação de projectos como o da Casa Cadaval (Muge), Quinta da Lagoalva (Alpiarça), Casal do Conde (Cartaxo), Quinta de S. André (Coruche) e Quinta dos Roques (Mangualde).

Mas o “tributo” não se limita a solo nacional. Em 2002 aconselhou um projecto no Brasil e, desde 2004, é enólogo consultor do projecto Phebus, em Mendoza na Argentina. Visitou também inúmeros países estrangeiros porque sempre encarou o seu percurso internacional como uma necessidade de experiência e alargamento de conhecimento. No seu site lê-se: “Eu diria mesmo que quanto maior é a experiência de um enólogo em terrenos fora dos que conhece desde novo, maior é a sua capacidade de abordar novas situações”.

A vontade de concretizar um projecto pessoal, um projecto que misture uma visão e filosofia muito própria, que permita interpretar um terroir de sonho, no fundo “uma interpretação de uma peça musical”, agarrado às suas convicções, às suas raízes e vivências mundo fora, sem medo do mercado e pensando essencialmente na importância de desbravar caminho, culminaram na colheita de 2004 em dois vinhos, o Tributo, projecto Ribatejano, baseado no sonho francês do vale do Rhone, e o Terrenus impulsionado na zona de Portalegre. Participa ainda de corpo e alma no muito aguardado e curioso projecto Rui Reguinga & Richard Mayson (Pedra Basta) desenvolvido no Alentejo em conjunto com um famoso jornalista de vinhos.

Recentemente embarcou num projecto original chamado “Latitudes”, comercializando uma caixa com três vinhos especiais, o seu Terrenus, um vinho argentino oriundo do projecto Phebus em Mendoza e um vinho doce austríaco elaborado em parceria com Michael Wenzel.

Um percurso que tornou Rui Reguinga num nome incontornável do panorama do vinho. É também para nós uma oportunidade de ouro para melhor conhecermos a vida de um enólogo de sucesso, as suas angústias, as suas alegrias, a sua forma de ver o vinho, a sua forma de sentir.

A entrevista está aberta. Participem! www.ruireguinga.com

www.novacritica-vinho.com
Pedro Gomes
Tiago Teles
Paulina Mata


Editado pela última vez por NCritica em Dom Jun 22, 2008 10:07 pm, num total de 1 vez
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alentejano



Registrado: Domingo, 27 de Outubro de 2002
Mensagens: 4168
Localização: Vila Viçosa

MensagemEnviada: Dom Jun 15, 2008 10:36 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Rui Reguinga

É possível delinear uma linha condutora/perfil entre todos os vinhos que são da sua responsabilidade ? Se sim, qual ?

Quais as castas com que mais gosta de trabalhar ?

Defina os vinhos de Portalegre numa palavra.
_________________
João Pedro Carvalho
Alentejo, uma paixão.
http://copod3.blogspot.com
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Tiago Teles



Registrado: Segunda-Feira, 21 de Outubro de 2002
Mensagens: 2137
Localização: Portugal

MensagemEnviada: Dom Jun 15, 2008 11:39 pm    Assunto: Responder com Citação

Queria, desde já, agradecer em nome da NovaCrítica-vinho o facto de ter aceite este desafio. É para nós uma honra e um enorme prazer contar com a sua presença neste espaço de discussão. O contributo de um enólogo com a sua visão e valor será de enorme interesse para o mundo enófilo que por aqui navega. Avanço então para o primeiro grupo de perguntas, mais centradas na "vida" de um enólogo.

1. Lê-se no seu site que “o enólogo é um mero intérprete de terroirs e de castas”. O que significa para si a função de enólogo? Qual é o papel do enólogo num projecto de vinhos? Como vive o enólogo as mudanças do mercado?

2. Como encara o facto de, actualmente, um grupo de consumidores dar imensa importância ao papel do enólogo, à sua assinatura, às suas escolhas?

3. Que balanço faz dos nove anos passados ao lado de João Portugal Ramos na Consulvinus? Que visão da indústria retirou dessa experiência? Com que realidade contactou nessa década de noventa? Quais os desafios nessa época? Quais os desafios actuais? Vivemos hoje uma realidade completamente diferente?

4. Por vezes sentimos, ao provar alguns vinhos actuais, que o trabalho na adega se sobrepôs ao trabalho na vinha. Estas duas vertentes têm-se desenvolvido ao mesmo ritmo em Portugal? Qual é o trabalho mais crucial, o desenvolvido na vinha ou o praticado na adega?

5. “A componente técnica do trabalho de um enólogo é muito importante”. De que forma encara esta relação entre ciência e natureza? Qual deve ser o lugar e o papel do homem nesta relação?

6. Trabalhou na concepção global de alguns projectos que hoje se afirmam no panorama nacional. Como é idealizar uma adega de raiz? Desafios e dificuldades? Prazeres e chatices? De que forma se escolhe uma casta para um dado terroir?
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Gonçalo Martins



Registrado: Quarta-Feira, 24 de Outubro de 2007
Mensagens: 6
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Dom Jun 15, 2008 11:42 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Rui Reguinga,

Desde logo, gostaria de apresentar-lhe os meus parabéns pelos excelentes vinhos que tem produzido!

Dado que também desenvolve o seu trabalho no Dão (o qual é a minha segunda região vinícola portuguesa favorita) queria deixar-lhe as seguintes perguntas:

- Como caracterizaria um grande vinho (tinto ou branco) do Dão? Que ideais de vinho procura atingir quando produz um Encruzado, Touriga Nacional, Reserva ou Garrafeira da Quinta dos Roques?

- Apesar de só há muito pouco tempo ter começado a apreciar vinhos, verifico que aparecem muitos vinhos novos no Dão bastante concentrados, extraídos e com elevado grau alcoólico (chegando até 15%). O que considera desta tendência? Será ela inevitável?

- O que tem impedido o Dão de subir ao patamar de outras regiões Portuguesas como o Douro e o Alentejo?

Obrigado!

GM
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luiz otávio peçanha



Registrado: Quarta-Feira, 19 de Janeiro de 2005
Mensagens: 1403
Localização: piracicaba/sp/brasil

MensagemEnviada: Seg Jun 16, 2008 12:24 am    Assunto: Responder com Citação

Caro Rui Reguinga,
Na sua visão, qual o potencial Vitivinicola brasileiro?

Saudações,
Luiz Otávio
_________________
De vinho em vinho vamos aprendendo um pouquinho.
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Abílio Neto



Registrado: Quinta-Feira, 1 de Setembro de 2005
Mensagens: 3677

MensagemEnviada: Seg Jun 16, 2008 1:29 am    Assunto: Responder com Citação

Caro Rui Reguinga,

Felicito-o, tem produzido das coisas mais interessantes e diversas no novo panorama vínico português, conseguindo manter níveis de qualidade muito acima da média.

Tenho dito aqui, muitas vezes, que um dos meus critérios de compra é seguir a produçao de alguns enólogos e o Rui Reguinga é um deles, posto isto, as perguntas:

- Incomoda-lhe que um consumidor se assuma como um atento seguidor da sua produçao (complemento uma das perguntas do Tiago Teles)?

- Sendo um ribatejano, o que julga faltar ao Ribatejo para dar o salto qualitativo, que, para mim já se vem anunciando, apesar do desequilíbrio actual?

- Verifico que os seus brancos sao, e bem, do Dao, acha impossível fazer-se um grande Fernao Pires ou um grande Antao Vaz, à Sul? Pessoalmente, nao entendo que nao se trabalhe mais castas brancas na Serra de Sao Mamede...

- A Jaen dá vinhos extraordinários no Bierzo, porque nao no Dao, onde pouco se aposta na austeridade da sua utilizaçao varietal?
_________________
Abraços,

Abílio Neto
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joaorico



Registrado: Sexta-Feira, 30 de Dezembro de 2005
Mensagens: 784
Localização: Peniche

MensagemEnviada: Seg Jun 16, 2008 12:53 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Rui,

Uma vez que se encontra a fazer vinho, e conhecer, vários países e regiões vitivinícolas:


Arrow Quais pensa serem as potencialidades de cada uma das regiões Portuguesas onde faz vinho?


Arrow E em termos internacionais quais as potencialidades dos nossos vinhos?


Arrow Hoje em dia muito se fala na relação Preço/Qualidade dos vinhos sul americanos. Ou seja, grandes quantidades a preços comedidos e com bastante qualidade. Acha que temos potencialidade para vinhos assim?

Arrow Já faz vinhos tintos, brancos e agora uma parceria com um vinho doce. Que vinho, ou tipo de vinho, sonha um dia fazer?
_________________
João Rico

http://pumadas.blogspot.com
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jms



Registrado: Domingo, 7 de Setembro de 2003
Mensagens: 1902
Localização: Maia

MensagemEnviada: Seg Jun 16, 2008 3:33 pm    Assunto: Responder com Citação

Eis alguns dos assuntos sobre que tenho curiosidade;

Question Em termos estritos de vitivinicultura, que diferença existe entre ser o dono do vinho e consultor para a produção do vinho propriedade de outrém!

Question As novas tecnologias e técnicas na vinha e na adega e nas indústrias subsidiárias do vinho só trazem vantagens? Isto é, quanto mais moderna for uma vinha e uma adega e quanto mais exclusivamente se utilizem as mais modernas técnicas, melhor deverá ser o vinho, seja do Novo ou do Velho Mundo?

Muito obrigado, desde já, pelas suas respostas.
_________________
jorge saraiva

'Faz tudo como se alguém te contemplasse' - Epicuro, filósofo grego (341 aC - 270 aC)
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valtercosta72



Registrado: Segunda-Feira, 5 de Março de 2007
Mensagens: 313

MensagemEnviada: Seg Jun 16, 2008 6:09 pm    Assunto: Responder com Citação

Qual é que prefere. O velho mundo ou o novo mundo?
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rui reguinga



Registrado: Domingo, 25 de Mai de 2008
Mensagens: 24
Localização: Santarem

MensagemEnviada: Seg Jun 16, 2008 11:54 pm    Assunto: Responder com Citação

Tiago Teles escreveu:
Queria, desde já, agradecer em nome da NovaCrítica-vinho o facto de ter aceite este desafio. É para nós uma honra e um enorme prazer contar com a sua presença neste espaço de discussão. O contributo de um enólogo com a sua visão e valor será de enorme interesse para o mundo enófilo que por aqui navega. Avanço então para o primeiro grupo de perguntas, mais centradas na "vida" de um enólogo.


Caro Tiago

Quero agradecer também o vosso convite e a oportunidade de participar em "directo" neste forum. Também para mim é gratificante saber a opinião dos enofilos, e esclarecer sobre algumas questões colocadas.

Cumprimentos a todos os participantes neste forum,

RR
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rui reguinga



Registrado: Domingo, 25 de Mai de 2008
Mensagens: 24
Localização: Santarem

MensagemEnviada: Ter Jun 17, 2008 12:04 am    Assunto: Responder com Citação

alentejano escreveu:
Caro Rui Reguinga

É possível delinear uma linha condutora/perfil entre todos os vinhos que são da sua responsabilidade ? Se sim, qual ?

Quais as castas com que mais gosta de trabalhar ?

Defina os vinhos de Portalegre numa palavra.


Caro Alentejano

_Acho que existe um estilo/perfil nos vinhos da minha responsabilidade, sinceramente não lhe consigo definir esse estilo, mas o meu objectivo é que o consumidor possa reconhecer que exista um perfil comum, quer num Paço do Conde em Beja, quer no Quinta dos Roques em Mangualde, quer no Phebus em Mendoza.
_ As castas que mais gosto de trabalhar são o Syrah e a Touriga Nacional. Mas a casta que me dá mais "luta" é o Pinot Noir ( da Casa Cadaval).
_ Uma palavra para definir os vinhos de Portalegre: Equilibrio.

Abraço,

RR
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Registrado: Domingo, 25 de Mai de 2008
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MensagemEnviada: Ter Jun 17, 2008 12:15 am    Assunto: Responder com Citação

Tiago Teles escreveu:
1. Lê-se no seu site que “o enólogo é um mero intérprete de terroirs e de castas”. O que significa para si a função de enólogo? Qual é o papel do enólogo num projecto de vinhos? Como vive o enólogo as mudanças do mercado?


Para mim de facto o vinho deve sempre mostrar a sua origem, tecnicamente falando o seu " terroir". Mas o enologo não pode também esquecer que faz o vinho para o consumidor. Portanto o papel do enologo é encontrar um caminho de equilibrio entre o resultado da natureza e um estilo adpatado ao mercado.
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MensagemEnviada: Ter Jun 17, 2008 12:23 am    Assunto: Responder com Citação

Tiago Teles escreveu:
2. Como encara o facto de, actualmente, um grupo de consumidores dar imensa importância ao papel do enólogo, à sua assinatura, às suas escolhas?


Acho bastante normal que assim seja, tal como aconteçe na California; na Australia; na Italia, etc. Como outra profissão onde a criatividade e a criação de um estilo, são bastante pessoais, o autor desse trabalho deve personaliza-lo, quer para o bem, quer para o mal.
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MensagemEnviada: Ter Jun 17, 2008 12:43 am    Assunto: Responder com Citação

Tiago Teles escreveu:
3. Que balanço faz dos nove anos passados ao lado de João Portugal Ramos na Consulvinus? Que visão da indústria retirou dessa experiência? Com que realidade contactou nessa década de noventa? Quais os desafios nessa época? Quais os desafios actuais? Vivemos hoje uma realidade completamente diferente?


Iniciei a minha actividade de enologo-assistente do Joao Ramos, em 1991. Tinha apenas 24 anos, e o meu obejectivo era aprender e ganhar a maior experiencia possiveis, e estava no lugar certo. O Joao é um dos grandes enologos de Portugal, e das pessoas com mais criatividade que eu conheço. Fiz muitos e muitos kms de Norte a Sul e de Este a Oeste de Portugal, mas foi muito importante para a minha formaçao como enologo, fazer num ano cerca de 15 vindimas. Nessa epoca os desafios nas adegas eram muito basicos: ter frio; leveduras seleccionadas; barricas novas, e já faziamos alguma diferença, no panorama de vinhos nacionais. Hoje, tudo é muito mais competitivo, todos os produtores estão equipados com tecnologia de ponta, têm boas castas, bons enologos, e o grande desafio, é fazer um vinho que se destaque dos restantes.
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rui reguinga



Registrado: Domingo, 25 de Mai de 2008
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MensagemEnviada: Ter Jun 17, 2008 12:56 am    Assunto: Responder com Citação

Tiago Teles escreveu:
4. Por vezes sentimos, ao provar alguns vinhos actuais, que o trabalho na adega se sobrepôs ao trabalho na vinha. Estas duas vertentes têm-se desenvolvido ao mesmo ritmo em Portugal? Qual é o trabalho mais crucial, o desenvolvido na vinha ou o praticado na adega?


A tecnologia sempre foi um problema para quem nao a sabe utilizar de forma correcta! Portanto quero dizer que antes de mais, o vinho deve expressar a sua origem da vinha, e a tecnologia deve ser o meio ao dispor do enologo, para explorar essas caracteristicas, por exemplo um vinho não deve ter mais aromas de madeira, que aroma das castas. Acho que ambos os trabalhos são importantes e complementares, e só chega a um grande vinho quem conseguir um bom trabalho na vinha e na adega.
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