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Entrevista com Domingos Soares Franco /José Maria da Fonseca
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Autor Mensagem
joaorico



Registrado: Sexta-Feira, 30 de Dezembro de 2005
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MensagemEnviada: Sex Fev 20, 2009 10:19 am    Assunto: Responder com Citação

Sr Engº Domingos Soares Franco,

Estava a ver a revista Wine e reparei que nos Melhores do Ano, desta revista, a JMF foi considerada o Produtor do Ano.

Endereço-lhe desde já os meus sinceros parabéns, a si e à sua equipa, pelo merecido reconhecimento.

Abraço,
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João Rico

http://pumadas.blogspot.com
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Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
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Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Sex Fev 20, 2009 11:02 am    Assunto: Responder com Citação

joaorico escreveu:
Sr Engº Domingos Soares Franco,

Estava a ver a revista Wine e reparei que nos Melhores do Ano, desta revista, a JMF foi considerada o Produtor do Ano.

Endereço-lhe desde já os meus sinceros parabéns, a si e à sua equipa, pelo merecido reconhecimento.

Abraço,


Em meu nome e de todos nós de JMF muito obrigado pelas suas palavras

Abraço
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Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
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MensagemEnviada: Sex Fev 20, 2009 12:41 pm    Assunto: Responder com Citação

Pedro Gomes escreveu:
Caro Engenheiro Domingos Soares Franco,

Melhor era difícil. A este ritmo corriamos o risco de ficar aqui indefinidamente. Vou avançar para a último série de perguntas: sempre mais ligeiras, ainda que a resposta possa não ser tão fácil como à priori sugerem:

1- Uma região vitivinícola absolutamente desconcertante (não pode ser a Península de Setúbal)?

Eden Valley. Perto de Barrosa Valley na Australia

Pedro Gomes escreveu:
2- Um branco de toda uma vida (não pode ser da casa)?

Tekoko da Claudy Bay. É um Sauvignon Blanc

Pedro Gomes escreveu:
3- Um tinto inesquecível (excluindo os da JMF)?

Mount Edelstone (Shiraz) da Henschke em Eden Valley

Pedro Gomes escreveu:
4- Um Moscatel... do fim do mundo (este pode ser da casa)?

Torna Viagem cá de casa

Pedro Gomes escreveu:
5- Uma mensagem aos foristas... e aos leitores em geral.

Continuem a apostar neste blog. Aprende se bastante....pelo menos eu aprendi!

Pedro Gomes escreveu:
Um grande abraço e... até já!

Pedro


Abraço
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Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Sex Fev 20, 2009 12:44 pm    Assunto: Responder com Citação

DSF escreveu:
Pedro Gomes escreveu:
DSF escreveu:


Bom aqui posso já responder. Bebi excelentes moscateis australianos em provas cegas na faculdade em Davis, bebi uma vez o tal Moscatel de Constancia da Africa do Sul que me surpreendeu deveras! MAs que me ficassem na boca, foram dois de lá de casa: 1955 e 1902. O primeiro pela fruta, acidez, equilibrio, supless que tem (o melhor de sempre, lá de casa). O segundo pela textura, cor (preto esverdeado), consistência, estrutura e sei lá que mais. No final do meu curso, levei 12 colheitas para a Faculdade de U C Davis para fazer analises quimicas e sensoriais. Destas ultimas o 1902 teve 20 de um possivel de 20. Nunca lá tinham dado tal nota !!
Ambos são extraordinarios !! É pena não estarem disponiveis para prova devido á sua escassez (desculpem lá meus caros foristas). Acrteditem nas minhas palavras.´

Abraço


Caro Engenheiro Domigos Soares Franco,

Afinal, um pequeno imprevisto... e aqui estou.

1- Sempre me "venderam" a história de que 1900, 1934 e 1965 eram os grandes anos do século XX para Moscatel. Afinal... em ficamos?

Já estava a prever este pequeno imprevisto. O que lhe "venderam" está correcto para aquelas colheitas que teem quantidades para comercializar. Mas as campeãs são 1902 e 1955. Penso que numa prova vertical que fizemos á uns anos, estas duas colheitas estavam lá.

Citação:
2- Já agora, aproveito a ocasião para que nos elucide sobre os chamemos-lhes anos "clássicos" de Moscatel do século passado?

Do que provei da nossa colecção:

1880, 1900, 1902, 1911, 1918, 1925, 1934, 1945, 1955, 1965, 1966. A outra metade fica para amanhã, ok? Isto é Markting !!


Ora bom dia! então aqui vai o resto: 1988, 1994, 1997, 2001, 2004 e 2008

DSF escreveu:
Pedro Gomes escreveu:
DSF escreveu:
PedroGomes escreveu:
Um grande abraço e até já!

Pedro


Abraço


Caro Engenheiro Domingos Soares Franco,

Dúvida esclarecida.

Citação:
Pedro, a esta hora a pedir para descrever vinhoa?!?!!? Mas vamos lá..

Mas, já agora, e porque ainda não chegámos ao dead-line, tenho que fazer mais duas perguntas. Os foristas e os leitores porventura menos familiarizados merecem esse esclarecimento: até porque são vinhos da José Maria da Fonseca ainda disponíveis no mercado.

1- O que pode um consumidor esperar ao tirar a rolha a um Roxo Superior 1971?


A plenitude daquela casta, até agora demonstrada. Uma essência de aromas e paladares entrelaçados tipo carrocele que nunca mais acaba. Esta colheita mostra o potencial da casta entre jovem e meia idade. Algo sublime!! Deve ser apreciado ao longo dos tempos sem ter receio que o que fica na garrafa (se for possivel) se altere.

Citação:
2- O que é o Trilogia? Consegue descrever em termos sensoriais aquilo que nos invade ao provar esse vinho?


É um lote daquelas 3 melhores colheitas (comercializaveis) do seculo passado.
Ao abrir a garrafa, sai uma aurelea de aromas não muito intensivos, mas agradaveis e um pouco austeres. Minutos após tudo se transforma, como que num turbilhão e temos uma onda de aromas terciarios conjugados por secundarios e mais houvessem!! Á medida que o vinho respira, torna-se impossivel descreve-lo. A transformação é constante. Entre mel, nozes, ainda alguma casca de laranja, tudo se combina. É quase impossivel de descrevê-lo....

Citação:
Um grande abraço e... até já!

Pedro


Abraços e um muito obrigado a todos por esta magnifica experência que será inesquecível.

Domingos Soares Franco
"Fermentador"

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Rui Lourenço Pereira



Registrado: Terça-Feira, 8 de Janeiro de 2008
Mensagens: 356
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MensagemEnviada: Sex Fev 20, 2009 1:31 pm    Assunto: Responder com Citação

Caro Eng. Domingos Soares Franco,

Renovo os parabéns do João Rico. Keep up the good work!!!

O meu sincero obrigado por esta semana de aulas grátis. Não é todos os dias que se apreende tanto conhecimento. Para quando um livro sobre moscatéis????

Tal como eu, acredito que quem aqui esteve soube coisas que desconhecia do mundo vínico. Agradeço a sua partilha.

Até daqui a 15 dias na Essência ou em Abril para a "Prova Capital" em Azeitão.

Forte abraço,

Rui Lourenço Pereira
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rlp

www.artmeetsbacchus.blogspot.com
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Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Sex Fev 20, 2009 4:06 pm    Assunto: Responder com Citação

Spice Girl escreveu:
Domingos Soares Franco

Quero agradecer-lhe o ter aceite o convite do Pedro e do Tiago. Mas, mais do que isso, tenho que agradecer a sua participação nesta entrevista. Extremamente valiosa, em termos de ideias e informação, e também do tempo que investiu nela. Very Happy Muito, muito obrigada.

Tive imenso prazer em participar. Aprendi bastante e diverti me imenso!

Spice Girl escreveu:
Apesar de estar "de férias" não tenho perdido nem uma palavra. E, apesar da minha ignorância em relação a vinhos, não resisto a fazer-lhe também umas perguntas. Apesar de estar de férias... olhei para o relógio e pensei - faltam 50 minutos para acabar a entrevista, é agora ou nunca! Aqui vão...

1- Sei que a José Maria da Fonseca tem tido projectos de colaboração com investigadores da FCT/UNL (a minha faculdade). Como é, e como considera que seria desejável que fosse, a ligação entre a indústria de vinhos e a comunidade científica em Portugal?

Gostaria que fosse mais estreita a ligação. Muita gente acha que as faculdades existem para ajudar, tipo bombeiros. Não, elas existem para ajudar a inovar a industria, novas ideias, novos conceitos.
Fui educado em Davis que as faculdades e a industria teem de andar de mãos dadas. Os cientistas estão nas faculdades e passam os conhecimentos á pratica atraves de parcerias com a industrias. Pode-se estar a estudar algo que não tem o minimo interesse para a industria e que não tem aplicação cá fora. Aí entra a industria a dar ideias de como se pode intervir.

Spice Girl escreveu:
2 - Em que consiste, em termos gerais, o processo que usam para extrair o alcool do vinho?

Spinning Cone

Spice Girl escreveu:
3 - Ao longo de cerca três décadas ligado à produção de vinho, teve certamente oportunidade de se aperceber também da evolução das características do consumidor. Como a caracteriza?
É gratificante trabalhar hoje para o consumidor português? Ou seja, o nível de conhecimentos e a sensibilidade permite-lhe compreender o que lhe quer transmitir com os seus vinhos?

O consumidor está sempre em evolução. A industria tem que acompanhar essa evolução. Já penso que seria beber um vinho tipico de uma colheita dos anos 60 com um prato de "novelle cuisine" de agora? Não resulta pois não? Temos que perceber essa evolução e assim tentar entrar num mercado.
O consumidor português, para mim está dividido em duas partes. Aquele que entende algo do que se passa e do que é vinho e aquele que não percebe patavina mas julga que percebe. Todos nós já presenciámos isso em restaurantes.
Se queremos perceber algo mais, é fácil, basta inscrever-se num dos muitos cursos de prova que existem hoje em dia.
Se não sabemos da matéria então á que assumi-lo e dizer que "desculpe mas não sei"

Spice Girl escreveu:
4 - Pensa que numa época, como esta em que vivemos, em que se vive essencialmente o presente, com uma grande mobilidade (em termos físicos e da vida em geral), caracterizada pela busca do prazer imediato e pela impaciência e a busca da novidade, e em que, para além disto, os espaços são cada vez menores e mais caros (nas habitações e no comércio), a cultura dos vinhos velhos têm alguma hipótese? (A não ser, claro, para alguns consumidores com características especiais.)

Concordo a 100%. Os vinhos velhos teem hipotese desde que sejam as adegas a guardá-los e laçá-los mais tarde na altura certa. Saiem mais caro mas é a única solução de certo consumidor poder apressiar um bom vinho velho

Spice Girl escreveu:
5 - Se se olhar para as prateleiras de vinhos em qualquer loja, nota-se (no geral) uma alteração (relativamente recente parece-me) no design do rótulos. Um design bem diferente do tradicional, com muito mais cor, e em geral umas cores pouco habituais para o vinho.
Eu pessoalmente associo este tipo de design a uma certa leveza, pouca profundidade e pouca complexidade.
Não é que tudo tenha que ser complexo e pesado, mas há várias formas de não o ser... e a mim pessoalmente este tipo de design não me atrai pela imagem que transmite.

Significa esta alteração dos rótulos que a atitude do público também está a mudar muito relativamente ao que esperam do vinho e à forma como bebem?

Todos nós acabamos por comprar com os olhos, não é?

Spice Girl escreveu:
6 - Há cada vez mais mulheres ligadas a vários aspectos relacionados com a produção de vinhos. Há cada vez mais mulheres a comprar e beber vinho. Há vinhos de mulheres? Há vinhos para mulheres? Ou seja há características proprias dos vinhos feitos por mulheres e/ou dos vinhos consumidos por mulheres?

Hoje em dia acho que não há uma diferença tão assentuada como á 20 anos atrás. Antigamente as mulheres gostavam sobretudo de vinhos abertos, frutados e com açucar residual. Hoje já não é assim.

Spice Girl escreveu:
7 - Qual é a sua opinião quanto à forma como os vinhos são tratados na restauração e a sua ligação à comida?
Tenho-me apercebido cada vez mais que raras são as pessoas com competências sólidas em ambas as áreas (sólidos e líquidos). Como optimizar as coisas?

Sei que cada restaurante não pode ter um escanção, mas esses restaurantes deviam tratar o vinho com maneiras bem melhores. Ensinar alguém do restaurante pelo menos os principios basicos.
Continuo a insestir nos cursos de provas pelo menos.

Spice Girl escreveu:
8 - Neste momento cada vez são mais comuns menus com "wine pairing". Acha uma boa opção?

Acho bem pois desde que o conselho seja correcto, temos uma ideia de que pratos vão bem com este ou aquele vinho ou vice-versa. Tem que ser uma sugestão correcta

Spice Girl escreveu:
Aqui ficam as perguntas, vou acompanhar o resto da entrevista com o mesmo interesse. E apareça por aqui de vez em quando a conversar connosco. É um prazer tê-lo por cá.


Então até á próxima e gostei imenso em participar neste forum.

Citação:
Um beijinho

Paulina

PS
Fico contente por 1955 ter sido um grande ano para Moscatel! É que para mim também foi...

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Registrado: Quinta-Feira, 12 de Fevereiro de 2009
Mensagens: 48
Localização: Azeitão

MensagemEnviada: Sex Fev 20, 2009 4:10 pm    Assunto: Responder com Citação

Rui Lourenço Pereira escreveu:
Caro Eng. Domingos Soares Franco,

Renovo os parabéns do João Rico. Keep up the good work!!!

Obrigado por me terem aturado esta semana

Rui Lourenço Pereira escreveu:
O meu sincero obrigado por esta semana de aulas grátis. Não é todos os dias que se apreende tanto conhecimento. Para quando um livro sobre moscatéis????

Brevemente sairá algo, mas não da minha autoria

Rui Lourenço Pereira escreveu:
Tal como eu, acredito que quem aqui esteve soube coisas que desconhecia do mundo vínico. Agradeço a sua partilha.
Até daqui a 15 dias na Essência ou em Abril para a "Prova Capital" em Azeitão.


Então até á "Prova Capital". Este ano não poderei ir á Essência pois o mercado de exportação chama me

Citação:
Forte abraço,

Rui Lourenço Pereira

Forte abraço
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valtercosta72



Registrado: Segunda-Feira, 5 de Março de 2007
Mensagens: 313

MensagemEnviada: Sex Fev 20, 2009 5:25 pm    Assunto: Responder com Citação

Pedro Gomes escreveu:
valtercosta72 escreveu:
Pedro Gomes escreveu:

4- Um Moscatel... do fim do mundo (este pode ser da casa)?

Pedro a esta vou responder. Um dos moscateis superior da década de 60.


E vai propor o 1962 ou o 1965?

Um grande abraço e... até já!

Pedro

Venha o diabo e escolha.
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Tiago Teles



Registrado: Segunda-Feira, 21 de Outubro de 2002
Mensagens: 2137
Localização: Portugal

MensagemEnviada: Sex Fev 20, 2009 10:16 pm    Assunto: Responder com Citação

Domingos Soares Franco,

Mais uma entrevista em cheio, repleta de conteúdo. Agradeço imenso a disponibilidade e carinho que deixou nesta entrevista, esperando encontrá-lo em breve.

Um abraço,
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Spice Girl



Registrado: Quarta-Feira, 4 de Janeiro de 2006
Mensagens: 6059
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Sáb Fev 21, 2009 1:46 pm    Assunto: Responder com Citação

Domingos Soares Franco

Quero uma vez mais agradece-lhe a sua disponibilidade e a forma como aderiu à nossa entrevista.

Quando começámos com esta iniciativa esperava que fosse interessante, mas devo dizer-lhe que tem superado muito as minhas expectativas. Em termos do que vamos aprendendo com as vossas respostas, mas sobretudo pela forma como a generalidade dos entrevistados tem aderido e pelo ambiente descontraído e simpático em que têm decorrido. Outra coisa de que gosto muito é o facto de passar a associar a um projecto, a uns vinhos... mais do que um nome e uma cara (é que eu gosto sempre de ver a cara da pessoa com que estou a falar e quando não as conheço, googlando um pouco, acabo por encontrar sempre as caras Laughing ) uma personalidade, uma forma de estar e viver estas coisas e algumas emoções.
Depois destas entrevistas tudo passa a ter um significado diferente, mais personalizado, mais humano. E eu gosto mesmo disso.

Mais uma vez muito, muito obrigada.

Paulina
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Pedro Gomes



Registrado: Segunda-Feira, 25 de Outubro de 2004
Mensagens: 1102
Localização: Lisboa

MensagemEnviada: Sáb Fev 21, 2009 6:14 pm    Assunto: Responder com Citação

DSF escreveu:
Pedro Gomes escreveu:
Caro Engenheiro Domingos Soares Franco,

Melhor era difícil. A este ritmo corriamos o risco de ficar aqui indefinidamente. Vou avançar para a último série de perguntas: sempre mais ligeiras, ainda que a resposta possa não ser tão fácil como à priori sugerem:

1- Uma região vitivinícola absolutamente desconcertante (não pode ser a Península de Setúbal)?

Eden Valley. Perto de Barrosa Valley na Australia

Pedro Gomes escreveu:
2- Um branco de toda uma vida (não pode ser da casa)?

Tekoko da Claudy Bay. É um Sauvignon Blanc

Pedro Gomes escreveu:
3- Um tinto inesquecível (excluindo os da JMF)?

Mount Edelstone (Shiraz) da Henschke em Eden Valley

Pedro Gomes escreveu:
4- Um Moscatel... do fim do mundo (este pode ser da casa)?

Torna Viagem cá de casa

Pedro Gomes escreveu:
5- Uma mensagem aos foristas... e aos leitores em geral.

Continuem a apostar neste blog. Aprende se bastante....pelo menos eu aprendi!

Pedro Gomes escreveu:
Um grande abraço e... até já!

Pedro


Abraço


Caro Engenheiro Domingos Soares Franco,

E agora que já acabou... a vontade com que fiquei em continuar!

Como gostaria de ter debatido as virtudes/deméritos de um Te Koko por comparação com o Cloudy Bay. E confrontar pontos de vista face ao carácter multifacetado da Sauvignon Blanc.

Como gostaria de ter continuado esta nossa conversa em torno do trabalho desenvolvido por essa dupla que são o casal Stephen e Prue Henschke. E como aqueles encepamentos de Syrah (não Shiraz) com cerca de 150 anos são bem sintomáticos das virtudes das vinhas velhas (infelizmente ainda não consegui provar o Hill of Grace).

Como gostaria que nos tivesse traçado uma visão de conjunto sobre Paarl, região cujos vinhos, confesso, não conheço (terei provado um ou dois exemplares).

Como gostaria que tivessem sido aprofundadas questões relacionadas com o acréscimo de complexidade de um Torna Viagem.

Enfim, como gostaria...

Para compensar, vamos ter um evento José Maria da Fonseca/Nova Crítica-vinho, centrada nos Moscatéis da casa que, estou certo, vai ser de arromba. A seu tempo acertaremos agulhas.

Despeço-me, em meu nome pessoal e em nome da Nova Crítica-vinho, com os agradecimentos da praxe.

E, nestas coisas, como dizia o outro, há dois tipos de agradecimentos: o curto... e o longo!

Começo com o curto:

FANTÁSTICO!

Termino com o longo:

ABSOLUTAMENTE FANTÁSTICO.

Um grande abraço e... até já!

Pedro
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