1. Introdução
1.1 Provar vs beber
1.2 O papel dos sentidos
1.3 O factor subjectividade
1.4 Enquadramento Geral
1.4.1. As condições ideais de prova
1.4.2. As variáveis controláveis
1.4.2.1 A luminosidade
1.4.2.2 Os copos
1.4.2.3. Os cheiros/odores
1.4.2.4. O ruído
1.4.2.5. A temperatura de serviço
1.4.2.6. Os acessórios
1.5. As variáveis não controláveis
1.5.1. A predisposição
1.5.2. A fadiga/cansaço
1.5.3. A sequência de prova
2. O Exame Visual
2.1. A cor nos vinhos brancos
2.2. A cor nos vinhos tintos
2.3. A tonalidade
2.4. A intensidade
2.5. As cambiantes cromáticas
2.6. O grau de limpidez
2.7. O brilho
2.8. A presença de gás carbónico
2.9. A lágrima
2.10. O depósito |
3. Análise Olfactiva
3.1 Os Mecanismos do Nariz
3.1.1 Funcionamento do Olfacto
3.1.2 Sensação e Percepção
3.2 Categorias de Aromas
3.2.1 Classificação dos Aromas
3.2.2 Séries Aromáticas
3.2.3 A Roda dos Aromas
3.2.4 Associações
3.3 Procedimentos a Adoptar
3.3.1 Capacidade de Concentração
3.3.2 A Memória Olfactiva
3.3.3 O Que Deve Evitar
3.4 Fases da Prova Olfactiva
3.4.1 Fase Imóvel
3.4.2 Fase de Agitação
3.5 Parâmetros de Análise Olfactiva
3.5.1 Pureza e Intensidade Aromática
3.5.2 Complexidade Aromática
3.5.3 Equilíbrio e Integração
3.5.4 Harmonia Global |
4. Análise Gustativa
4.1 Os Mecanismos
4.1.1 A língua e a geografia
4.1.2 A técnica de prova
4.2. Os Elementos Estruturais
4.2.1 Acidez vs. Frescura
4.2.2 Álcool vs. Corpo
4.2.3 Taninos vs. Textura
4.2.4 Concentração de Sabor vs. Densidade
4.2.5 Associação com Sabores Básicos
4.2.6 Associação com as Sensações Tácteis
4.3 As Fases da Prova de Boca
4.3.1 O comprimento Físico e Temporal
4.3.2 A entrada e Evolução na boca
4.3.3 O comprimento final
4.4 Apreciação Global
4.4.1 Equilíbrio, balanceamento e harmonia
4.4.2 Palavras e Valores |